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domingo, 8 de fevereiro de 2015

Novos sócios na ASDECON

Após reunião realizada neste domingo (08), na sede de Benfica, temos a honra e a satisfação de informar que temos novos sócios na ASDECON (Associação dos Descendentes de Confederados Americanos na Amazônia. Estamos felizes com a presença dos primos Nelson e sua esposa Luciana, além de Creuza e esposo Charles. 
Desejamos boas vindas aos novos associados e vida longa a nossa associação!




quinta-feira, 17 de julho de 2014

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Aniversariantes do mês da ASDECON

E os aniversariantes do mês da Asdecon Brasil são: Lílian Vaughan, Jaime Brito, Alice Vaughan de Oliveira Brito, Marcelo Vaughan, Jorge Luiz Santos Vaughan Jennings e Rosiane Gonçalves!!!!!
Parabéns a todos , muitas felicidades!!!!!

domingo, 20 de abril de 2014


sexta-feira, 18 de abril de 2014

Feliz Páscoa!

quinta-feira, 17 de abril de 2014

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Nota de falecimento


É com muito pesar que informamos o falecimento da nossa querida parenta ALFA OUVIDOR BECHARA, descendente confederada, mãe de Nazareno Habib Bechara, filha de Arlete Ouvidor, neta de Elvira Machado e Bisneta de Amélia Vaughan. 
O seu corpo foi velado na Primeira Igreja Batista de Belém, na Av. Assis de Vasconcelos. O sepultamento aconteceu às 17 horas desta quarta-feira. A Família ASDECON está em luto.

terça-feira, 15 de abril de 2014

domingo, 30 de março de 2014

Posse da nova diretoria da ASDECON


Posse da nova diretoria da ASDECON para o período 2014/2016. Desejamos muito sucesso e conquistas para nossa associação!!!

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014


Acontece no dia 27 de abril de 2014, em Santa Bárbara D"Oeste-SP, a XXVI Festa Confederada anual. Compareça!

Fonte: http://fdasbo.org.br/site/

domingo, 19 de janeiro de 2014

A saga brasileira dos confederados

Obra traz imagens e documentos de norte-americanos que migraram para o País2


Por: Pablo Pereira - O Estado de S.Paulo

A história dos confederados norte-americanos, que perderam a Guerra Civil da Secessão nos EUA, no século 19, e migraram para as matas amazônicas brasileiras como soldados da borracha, vai ganhar um novo livro. Os pesquisadores norte-americanos Gary John Neeleman e Rose Maurine Neeleman preparam para os próximos meses o lançamento de The Confederate Migration to Brazil (título provisório) contando a odisseia dos compatriotas no Hemisfério Sul após o fim da guerra, em 1865.

Usando documentos do Senado dos EUA e imagens inéditas no Brasil, feitas por fotógrafos norte-americanos, Gary e Rose planejam mostrar como os confederados migraram e se espalharam pelo País, chegando a formar comunidades que deram origem a cidades como Americana, em São Paulo, e Santarém, no Pará. "Com essa obra, avançamos para uma trilogia que pretendemos fazer com Trilhos na Selva (Bei, 2010) e um outro livro que preparamos para 2013, sobre os soldados da borracha", afirma a pesquisadora Rose Neeleman.

Casal de ex-confederados na amazônia brasileira. Dana B. Merril/Acervo Fundação Biblioteca Nacional, reprodução do livro Trilhos na Selva (Gary e Rose Neeleman)

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

[ COMO UM VELHO CORVO-COMUM ]

Teço poesias
[com fios do rebuço de olhares em tramas]
como

uma
arma[ção] entrincheirada superlotada de veleidades desmesuradas
que
a[r]ma
e

glorifica, em berro espiralado,

o pool
astronômico dos
sacrifícios sós: lá,
onde

as marginalidades insossas
não se aquietam
sobre

as f[l]endas que
esplendem, salgam
e
postergam
o condomínio filetado das
valas-comuns
do medo;

lá, onde,

as poesias verdes fritas
estão no frêmito das escamas
sensuais,

onde

os corvos, do contra, corvejam, crocitam,
e gozam,

portanto, sempre mais do
que

eu.
Foto: [ COMO UM VELHO CORVO-COMUM ]


Teço poesias
[com fios do rebuço 
de olhares 
em tramas]
como 

uma
arma[ção] entrincheirada superlotada de veleidades desmesuradas
que
a[r]ma
e

glorifica, em berro espiralado,

o pool
astronômico dos
sacrifícios sós: lá, 
onde 

as marginalidades insossas 
não se aquietam 
sobre 

as f[l]endas que
esplendem, salgam 
e
postergam
o condomínio filetado das
valas-comuns 
do medo;

lá, onde,

as poesias verdes fritas 
estão no frêmito das escamas
sensuais,

onde 

os corvos, do contra, corvejam, crocitam,
e gozam, 

portanto, sempre mais do 
que 

eu.


Imagem by NãoSouEuéaOutra
Imagem by NãoSouEuéaOutra

Fonte: Benny Franklin - https://www.facebook.com/BennycFranklin?fref=ts

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Túnel do tempo


The Three Last Confederates
Alive in Santarem, Brazil
Submitted by Telma Anijar-Andersen



 

The lady on the left is Sarah "Sallie" Vaughan daughter of James Vaughan and Elizabeth Britt (Jennings).  
Sarah was born in 1861  TN, probably in Silver Springs, Wilson Co.  Sarah was married to Fountain Elliott Pitts, the son of 
Dr. Josiah H. Pitts and Martha E. Butt.  
Josiah was the son of the famous Rev. Fountain Elliott Pitts 
and Martha E. Britt of Middle Tennessee. The man in the middle is David Riker, 
the Riker family was from Charleston, SC.
The woman on the right is Martha "Mattie" Amelia Vaughan, 
married name was Machado.  She was also the daughter of  
James Vaughan and Elizabeth Britt.
This was taken in front of the baptist church 
in the city of Santarem, state of Para, Brazil.
 


Any questions, suggestions, corrections, and/or additional information,
contact me, Linda CONAWAY Welden at: Linda_Welden@Vaughan-Vaughn.org
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Fonte: picsarahmat - the Vaughan-Vaughn RESOURCE Pages

As “vítimas” da Guerra Civil Americana de Lincoln que escaparam para o Brasil

Por: Euler de França Belém

Há descendentes dos 10 mil confederados que vieram para o país (no século 19), fugindo da violência dos nortistas, em várias cidades brasileiras, como Rio Verde, Anápolis e Goiânia. 

 

 


No livro “A Colônia Perdida da Confederação — A Imigração Norte-Americana Para o Brasil Após a Guerra de Secessão” (Nórdica, 168 páginas, tradução de Wilma Ronald de Carvalho), o diplomata norte-americano (nascido no Brasil) Eugene C. Harter diz que “leitores de ‘...E o Vento Levou’, de Margaret Mitchell, notaram que a ideia de Scarlett O’Hara fugir para a América Latina foi mencionada duas vezes nas suas páginas”. Ficção? Nada disso. De 2.800 a 3.000 norte-americanos — a maioria do Sul do país (generais, coronéis, soldados e gente comum) — vieram para o Brasil entre 1865 e 1868...

Leia mais: As “vítimas” da Guerra Civil Americana de Lincoln que escaparam ...

Fonte:  Jornal Opção - Edição 1965 de 3 de março a 9 de março de 2013

Confederados no Brasil: novo livro tem 300 páginas

Os pesquisadores norte-americanos Gary e Rose Neeleman, que trabalham em uma trilogia sobre a imigração EUA-Brasil, acabam de escrever seu segundo livro sobre a imigração de soldados confederados dos EUA na segunda metade do Século 19.  São 300 páginas contando a tentativa de colonização do Brasil por americanos, incentivada pelo imperador D. Pedro 2º, após a Guerra de Secessão (1865). A obra ainda não tem data para ser lançada no Brasil.

O livro trata da história de exilados do trágico conflito na América do Norte e de como foi o fracasso de projetos de criação de comunidades em Santarém, no Pará, dizimados pelo abandono e pelas moléstias da selva. Por outro lado, destaca o sucesso da empreitada dos confederados na região de Nova Odessa e Americana, em São Paulo.

O primeiro da série, Trilhos na Selva, saiu no Brasil em 2010. Um novo livro, ainda em fase de pesquisa, vai contar a história da presença na Amazônia dos soldados da borracha no Século 20. E dos contatos entre os presidentes Franklin Delano Roosevelt e  Getúlio Vargas. É pesquisa garimpada em documentação do Congresso americano.

Fonte: http://blogs.estadao.com.br/blog-da-garoa/confederados-no-brasil-novo-livro-tem-300-paginas/
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Bandeira da ASDECON

Bandeira da ASDECON
ASSOCIAÇÃO DOS DESCENDENTES DE CONFEDERADOS AMERICANOS NA AMAZÔNIA

Brasão da família Vaughan

Brasão da família Vaughan

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ESCLARECIMENTO / EXPLICATION

Esclarecemos que em função de erros cometidos por ocasião das escriturações nos cartórios de Santarém, durante os registros de nascimentos, diversas famílias de origem confederada (Wallace, Hennington, Rhome, Pitts, Riker, Vaughan, Jennings, etc...) tiveram seus nomes escriturados de forma errada.
A família VAUGHAN, por exemplo, assumiu algumas formas diferentes de escrituração: Vaughon, Waughan e Wanghon.
Recentemente alguns descendentes da família VAUGHAN e de outras famílias, com o auxílio de advogados e seguindo as árvores genealógicas, efetuaram as correções devidas nos cartórios locais e passaram a escrever corretamente os seus nomes.
Devido a pronúncia do nome VAUGHAN ser diferente da forma que é escrita, alguns descendentes passaram a adotar a denominação de “Von”, mas tão somente para facilitar o entendimento da leitura, sem alterar a forma de registro.

We clarified that in terms of errors committed during the notary records in Santarém, in the records of births, several families of confederates (Wallace, Hennington, Rhome, Pitts, Riker, Vaughan, Jennings, etc ...) had their names entered in wrong. The family VAUGHAN, for example, took a few different ways to book: Vaughon, Waughan and Wanghon. Recentemente VAUGHAN some descendants of the family and other families with the help of lawyers and following the tree, made the necessary corrections in notary places and began to write their names correctly. Due to the pronunciation of the name VAUGHAN be different from the way it is written, some descendants moved to adopt the name of "Von", but only to facilitate the understanding of reading, without changing the way of record.