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terça-feira, 14 de junho de 2011

Cinco dias na "Pérola do Tapajós"

Eu e meu irmão Reginaldo estivemos por cinco dias visitando a cidade de Santarém, a etérna Pérola do Tapajós, entre os dias 17 e 22 de maio, quando aproveitamos para reencontrar parentes e amigos, visitar alguns pontos turisticos da cidade e degustar os saudosos sabores da terra.

No primeiro dia em Santarém fui no mercadão 2000 com minha mãe Irene para comprar Pirapitinga, Jaraqui, Caratinga e Tambaqui. Compramos também Avium, queijo manteiga, Piracuí e rebatemos a fome do momento com um bom mingal de banana com tapioca.
Na parte da noite, em companhia do sempre presente e gentil amigo Lucas, fomos no Mascotinho e depois na tradicional seresta do Fluminense, onde nos encontramos com o folclórico Paulo Emílio.
No sábado (18), fui refrescar o forte calor da manhã na garapeira, na praça da Matriz, onde também encontrei um senhor dinâmico e comunicativo chamado Pezão.  Na garapeira acontecia uma alegre roda de seresta com cantores populares. Enquanto isso o meu irmão Reginaldo estava concentrado numa reunião de ex seminaristas, no seminário de Santarém. Por volta das 16 horas, Reginaldo chegou na garapeira e fomos até a boite Sygnus para assistir o jogo entre São Raimundo e Cametá, pela semi-final do Parazão, que infelizmente terminou com a decepcionante derrota do Mundico. 

Em função da mudança brusca de clima e do forte calor de Santarém, intercalado com algumas chuvas que caia sobre a cidade, fiquei com uma forte irritação na garganta, o que me impediu de realizar algumas tarefas programadas para a noite de sábado.
No domingo (19), eu e Reginaldo levamos nossa mãe Irene para almoçar no Maracanã.

Reginaldo, Candinho, Irene, Gerardo e a sra. esposa de Candinho

Na manhã de segunda-feira (30), nossa mãe Irene (que completará 82 anos dia 1º de julho) nos levou para conhecer seu irmão Candinho e familiares. Em seguida fomos na casa de duas senhoras que foram professoras de Irene quando ainda era bem jovem. As professoras Judith (96 anos) e Raquel (94 anos) são parentes de Laurimar Leal, famoso artista santareno. Elas moram na avenida Borges Leal e são duas pessoas agradáveis e muito simpáticas, que nos receberam como velhos amigos. Estou por ver pessoas dessa idade com tamanha lucidez e vigor! 

Reginaldo (61), Judith (96), Raquel (94) e Irene (82)

Saímos da residência das senhoras Judith e Raquel e fomos almoçar na excelente peixaria Raynana, onde nos encontramos com as parentas Eilá e Mauracy Jennings. Na parte da noite fomos novamente até a sede do Fluminense onde aconteceu o aniversário de 60 anos do parente Eduardo Jennings, ex jogador de futebol do São Francisco, onde encontramos com muitos parentes e amigos. Dentre os presentes na festa de Edu estavam os ex jogadores Darinta e Tela.
Cristovam Sena e sua esposa

Na terça-feira (31), véspera de nosso retorno para Belém, tivemos a honra de conhecer o senhor Cristovam Sena, importante personalidade da cidade, ex jogador de futebol, engenheiro agrônomo e editor de inúmeras obras litarárias ligadas às memórias de Santarém. 
Interior da biblioteca do ICBS

Cristovam Sena e sua esposa são os responsáveis pelo Instituto Cultural Boanerges Sena - ICBS, onde mantém uma importante biblioteca contendo livros raros da história de Santarém. Depóis que comentamos com o Cristovam sobre um caderno manuscrito apresentado pela professora Judith, anteriormente citada, relatando fatos e causos da história de Santarém dos últimos cem anos, o mesmo ficou interessado em ler esses manuscritos para análise e uma possível edição das memórias da professora Judith.
Instituto Cultural Boanerges Sena

Devido as águas do rio Tapajós ainda estarem acima do nível desejado e sem praias, desta vez não visitamos Alter-do-Chão.
Reginaldo Wanghon Monteiro que é ex seminarista e engenheiro químico e se aposentou recentemente, foi à Santarém para reunir-se com seus colegas de seminário que estão concluindo o texto do Estatuto de uma associação de ex seminaristas que está em formação.
Raimundo Gonçalves e Gerardo

Na quarta-feira (01), dia em que retornariamos para Belém, fomos pela manhã até a residência do jornalista Raimundo Gonçalves, que nos recebeu com muita gentileza. Na ocasião conversamos principalmente sobre o futebol santareno, suas conquistas e seus problemas. Recordamos um pouco da história futebolística e falamos sobre a trajetória dos ex jogadores santarenos e redondezas que fizeram sucesso em Belém e no resto do Brasil. Firmamos uma parceria verbal para troca de informações sobre futebol. O jornalista Raimundo Gonçalves é editor do jornal Gazeta de Santarém e do blog http://raymundogoncalves.blogspot.com/

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Poesia de Quinta

Pessoal,
Imagino que nem todos saibam ainda e agora já me sinto segura o suficiente para divulgar: estou grávida de 3 meses e ontem descobri que será uma menina!!!!!

Olha, é preciso ter o coração forte para ser mãe, esta é uma das muitas lições que estou aprendendo. Cada ultrassom é uma PANCADA DE EMOÇÃO!!!! Meu Deus!!! Ontem, quando eu vi a minha fofinha, com seus bracinhos, perninhas, mãozinha na boca, cabecinha, coração a 150 batimentos por minuto!!!!! (será que estava mais acelerado do que o meu? Duvido!!! kkkk), eu me desmanchei de emoção. Achei tão linda a minha filha... Minha mãe até brincou comigo que só eu mesma (e as mães em geral, imagino) para achar "linda" uma imagem de ultrassom, toda em preto e cinza. Mas eu achei. Minha filha é linda e ponto!!!!!! kkkkk

E é para ela, com todo amor do mundo, que dedico esta poesia de quinta de hoje, de Cecília Meireles, A bailarina!!!!!!

Não sou uma mãe tradicional e nem espero que minha filha venha a ser... :) Mas comecei a fazer ballet com 3 anos e sempre gostei, como até hoje adoro, de dançar. Não vejo a hora de ver o rostinho da minha pequena bailarina perto de mim. E ontem ela já dançava dentro da minha barriga. Muito fofa!!!! Estou tão emocionada. Eu queria MUITO que fosse menina. Deus é maravilhoso mesmo comigo.
Beijos felizes e radiantes

Deíla

A bailarina   Cecília Meireles—
Esta menina
tão pequenina
quer ser bailarina.
—
Não conhece nem dó nem ré
mas sabe ficar na ponta do pé.
—
Não conhece nem mi nem fá
Mas inclina o corpo para cá e para lá.
—–
Não conhece nem lá nem si,
mas fecha os olhos e sorri.
—-
Roda, roda, roda, com os bracinhos no ar
e não fica tonta nem sai do lugar.
—-
Põe no cabelo uma estrela e um véu
e diz que caiu do céu.
—-
Esta menina
tão pequenina
quer ser bailarina.
—-
Mas depois esquece todas as danças,
e também quer dormir como as outras crianças.


PS: A leitura excessiva destes textos pode ocasionar dependência cultural.

Seletiva de judô Sub-15 para o brasileiro de Aracaju-SE


Luta final e classificação de Victória Letícia para o campeonato brasileiro 2011 pelo sub-15 até 58kg.

Luta final e classificação de Zé Neto para o campeonato brasileiro 2011 pelo sub-15 até 42kg.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Reunião da ASDECON

"Oi pessoal,
A nossa reunião mensal será dia 05/06/2011 (domingo), às 10H00MIN, na
sede Campestre da Asdecon em Benfica.
Aguardo a presença de todos nesta reunião e na nossa festa junina dia
18/06/2011.

Abraço
Elizete Sardinha Waughan
Diretora de Secretaria da Asdecon"

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Poesia de Quinta

Pessoal,
Esta poesia está "bombando" na internet. Muitos aqui de São Luís já devem ter recebido.
Achei muito bem feita, criativa e até bem humorada, apesar de abordar um tema triste.
Aos de fora de São Luís, infelizmente, nossa linda cidade está um caos: aeroporto improvisado porque o teto desabou, buracos que mais parecem crateras ou pista de rally, sujeira para todo lado, saúde caótica, ônibus em greve, professores ficaram de greve por meses (voltaram só agora), e, para piorar, o IPTU teve aumentos de até 2.000 até 8000% !!!!!!!!!!!!!!! Como dizem por aí, é um "CAOSTELO" (trocadilho com o nome do prefeito, que é Castelo).
Para desanuviar tantos problemas, só mesmo com poesia.
Beijos
Deíla

MINHA TERRRA TEM BURACOS, uma homenagem a SAO LUIS(Versão da poesia MINHA TERRA TEM BURACOS, criado por Rosalice Guterres)

Minha terra tem buracos
Onde meu pneu pode estourar
As valas que vivem cheias

Parecem que ficam a me mirar

Nosso asfalto tem mais crateras
Nosso céu não tem mais cores
Nosso estado é de miséria
A miséria dos horrores

Ao resmungar sozinha de dia
Mais um buraco encontro eu lá

E sentada no chão quente
Fico à espera do borracheiro chegar

Minha terra tem amores
Só não sei onde foi parar
A resmungar sozinha, de dia
Lá vai mais em um buraco eu entrar
Minha terra tem descaso

Porque “CASTELO” foi mandar

Não permita Deus que eu morra
Sem ver minha terra melhorar
Sem que eu desfrute das belezas
Desta ilha do Mará
Pra que eu possa admirar as palmeiras
Sem ter uma vala a me esperar.

PS: A leitura excessiva destes textos pode ocasionar dependência cultural.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Poesia de Quinta

Pessoal,

Não sei se sou eu que estou ficando meio "doidinha", mas, recentemente, ganhei um outro livro da minha poetisa predileta, Florbela Espanca, (Obrigada, dr. Pedro Leonel!!!!) e passei a noite toda lendo-o... Parecia criança em loja de doce. Enquanto isso, tocava um CD da Amy Winehouse na minha sala... Fiquei comparando estas duas artistas, tão talentosas e tristes... Tão deslocadas do seu tempo, tão incompreendidas até. Achei-as bem parecidas... Tão corajosas em expor suas dores, seus desacertos e desatinos em seus versos tristes...
Há uma certa beleza fúlgida na tristeza, vcs não acham?
Não sou uma pessoa deprimida, muito pelo contrário, mas confesso que tenho certa atração por estes artistas estilo "Mal do Século". Acho que elas duas são boas representantes desta categoria, apesar dos séculos que separam uma da outra.
Domingo passado eu vi o filme "Biautiful" (escreve-se errado propositadamente), com Xavier Bardem, no cine Praia Grande. Bem triste também. E corajoso, ao mostrar coisas "feias e tristes" da tão rica Europa (imigrantes ilegais, pirataria, corrupção policial, exploração financeira da mediunidade). Ainda está passando até esta 6a feira, eu acho. Vale a pena conferir!!! Mas preparem os lenços... kkkk
Beijos

Deíla

A Vida
Florbela Espanca

É vão o amor, o ódio, ou o desdém;
Inútil o desejo e o sentimento...
Lançar um grande amor aos pés de alguém
O mesmo é que lançar flores ao vento!
Todos somos no mundo" Pedro Sem",
Uma alegria é feita dum tormento,
Um riso é sempre o eco dum lamento,
Sabe-se lá um beijo de onde vem!
A mais nobre ilusão morre... desfaz-se...
Uma saudade morta em nós renasce
Que no mesmo momento é já perdida...
Amar-te a vida inteira eu não podia.
A gente esquece sempre o bem de um dia.
Que queres, meu Amor, se é isto a vida!


AMY WINEHOUSE
Love Is A Losing Game
For you I was a flame
Love is a losing game
Five story fire as you came
Love is a losing game

Why do I wish I never played
Oh, what a mess we made
And now the final frame
Love is a losing game

Played out by the band
Love is a losing hand
More than I could stand
Love is a losing hand

Self professed... profound
Till the chips were down...
know you're a gambling man
Love is a losing hand

Though I'm rather blind
Love is a fate resigned
Memories mar my mind
Love is a fate resigned

Over futile odds
And laughed at by the gods
And now the final frame
Love is a losing game

O Amor É Um Jogo de Azar
Pra você eu fui um caso
O amor é um jogo de azar
Cinco andares se incendiaram quando você me amou
O amor é um jogo de azar

Como eu queria nunca ter jogado
Oh, que estrago nós fizemos
E agora o lance final
O amor é um jogo de azar.
Desgastado pela banda
O amor é uma aposta perdida
Mais do que eu poderia aguentar
O amor é uma aposta perdida
Declarado... intenso
Até o encanto se quebrar...
e notar que você é um jogador
O amor é uma aposta perdida
Apesar de estar bastante cega
O amor é um resignado destino
Lembranças denigrem minha mente
O amor é um resignado destino
Acima de inutéis expectativas
ridicularizado pelos deuses
e agora o lance final
O amor é um jogo de azar

PS: A leitura excessiva destes textos pode ocasionar dependência cultural.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Poesia de Quinta

Pessoal, 
Apesar de o dia das mães ter sido domingo passado, recebi esta linda poesia esta semana e gostaria de compartilhá-la com vcs. 
Não gosto muito destas datas comerciais, em especial pelo apelo consumista que elas têm. Do tipo: "mostre o quanto você gosta da sua mãe, compre um presente bem caro". 
Esta poesia de um amigo meu, médico aqui de São Luís, insurge-se justamente contra isso. Ele é o atual Presidente da Sociedade Maranhense de Médicos Escritores, seccional Maranhão, da qual também faço parte, e que irá realizar um belíssimo congresso nacional aqui na Ilha, agora em setembro. Parabéns, meu querido amigo Pádua!!!
Espero que vcs gostem tanto quanto eu desta poesia, que ofereço carinhosamente também para as minhas mães.
Beijos


Deíla


MÃE
Antônio de Pádua Sousa

Mãe,
Nenhum poema, nenhum diadema
Te dou,
 Mas o meu amor.

Nenhum Armani, nenhum Cartier,
Mas o meu coração
Tu sempre hás de ter.

Nenhuma gema, nenhuma mansão,
Mas terás sempre
Minha gratidão

Nenhuma tiara, nenhum pulseira,
Mas o meu respeito
A vida inteira.

Te prometo, Mãe,

Que saudade de mim não sentirás,
Nem tristeza nem dor,
Pois aonde eu viver tu também viverás.

E nem a distância vai nos separar
Pois mesmo ausente,
Na minha lembrança tu sempre hás de estar.

Por isso, entre nós não haverá partida
Ainda que tenhamos um dia de partir,
Pois tu és parte desta minha vida
E eu sou vida porque devo a ti.

       PS: A leitura excessiva destes textos pode ocasionar dependência cultural. 
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Bandeira da ASDECON

Bandeira da ASDECON
ASSOCIAÇÃO DOS DESCENDENTES DE CONFEDERADOS AMERICANOS NA AMAZÔNIA

Brasão da família Vaughan

Brasão da família Vaughan

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ESCLARECIMENTO / EXPLICATION

Esclarecemos que em função de erros cometidos por ocasião das escriturações nos cartórios de Santarém, durante os registros de nascimentos, diversas famílias de origem confederada (Wallace, Hennington, Rhome, Pitts, Riker, Vaughan, Jennings, etc...) tiveram seus nomes escriturados de forma errada.
A família VAUGHAN, por exemplo, assumiu algumas formas diferentes de escrituração: Vaughon, Waughan e Wanghon.
Recentemente alguns descendentes da família VAUGHAN e de outras famílias, com o auxílio de advogados e seguindo as árvores genealógicas, efetuaram as correções devidas nos cartórios locais e passaram a escrever corretamente os seus nomes.
Devido a pronúncia do nome VAUGHAN ser diferente da forma que é escrita, alguns descendentes passaram a adotar a denominação de “Von”, mas tão somente para facilitar o entendimento da leitura, sem alterar a forma de registro.

We clarified that in terms of errors committed during the notary records in Santarém, in the records of births, several families of confederates (Wallace, Hennington, Rhome, Pitts, Riker, Vaughan, Jennings, etc ...) had their names entered in wrong. The family VAUGHAN, for example, took a few different ways to book: Vaughon, Waughan and Wanghon. Recentemente VAUGHAN some descendants of the family and other families with the help of lawyers and following the tree, made the necessary corrections in notary places and began to write their names correctly. Due to the pronunciation of the name VAUGHAN be different from the way it is written, some descendants moved to adopt the name of "Von", but only to facilitate the understanding of reading, without changing the way of record.