quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Poesia de Quinta
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Poesia de Quinta
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Poesia de Quinta
REUNIÃO DA ASDECON NA QUINTA-FEIRA 10
Estou lhes lembrando da nossa reunião amanhã dia 10/02/2011, na
residência da sócia Natalice, às 19h30min.
Aguardo a presença de todos.
Uma abraço
Elizete Sardinha Waughan
Diretora de Secretaria da Asdecon
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Poesia de Quinta
Hoje vou trazer para vcs um poeta novo, que eu aposto que vcs já conhecem como músico (ex-Titãs): Arnaldo Antunes.
A poesia dele, à primeira vista, pode parecer meio "non-sense", boba, sem sentido mesmo. Mas se formos parar para pensar, não é assim.
O primeiro livro dele que eu li foi "As coisas" e lembro que quase morrir de rir das loucuras dele.
Por outro lado, acho que ele é muito criativo, inventivo, inovador.
Vou mandar uma bem característica do estilo meio louco dele. Leiam. Aposto que primeiro voces vao pensar: "Que bobagem!". Aí leiam de novo e reflitam. Vão ver que é mais profundo do que se pensa.
Na minha leitura, esta poesia aparentemente simplória, faz uma reflexão sobre o materialismo, o apego aos bens, ao dinheiro etc., que não conduz à paz interior. Realmente, as coisas têm muitas coisas (como ele enumera na poesia), mas não têm o mais importante (PAZ).
Espero que gostem.
Beijos
Deila
AS COISAS
Arnaldo Antunes
massa,
volume,
tamanho,
tempo,
forma,
cor,
posição,
textura,
duração,
densidade,
cheiro,
valor,
consistência,
pro-fundi-dade,
contorno,
temperatura,
função,
aparência,
preço,
destino,
idade,
sentido.
As coisas não têm paz.
sábado, 29 de janeiro de 2011
OS MELHORES DE 2010
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Poesia de Quinta
A última Poesia de Quinta foi sobre um tema bem sério e que sempre merece nossa reflexão, a morte. Então, resolvi fazer a de hoje sobre um tema bem mais leve, curioso e engraçado: o PIROCAUJA.
Para quem não é daqui de São Luís, trata-se de um fruto de maracujá, que nasceu no município de São José de Ribamar, que fica dentro da ilha de São Luís e que ficou famoso por apresentar uma forma bem peculiar.
Uma imagem vale mais do que mil palavras (frase que reli ontem e que realmente é verdadeira). Quem não conseguir ver a foto, clique no link, pois não é vírus.
Fruta seria mutação do Passiflora quadrangullaris ou maracujá-melão.
Maracujá com formato que lembra um pênis e tem atraído inpumeros curiosos à casa de dona Maria Rodrigues Farias.
Bem, e sobre este fato, digamos assim, curioso, o dr. José Cláudio Pavão Santana, que foi meu professor de Direito Constitucional na UFMA, é advogado, Procurador do Estado do Maranhão, com um vasto currículo profissional, fez esta bem humorada poesia, que tenho o prazer de compartilhar com vocês agora.
O pé de maracujá (Em Ribamar)
José Cláudio Pavão Santana
Parece estória de caça,
ou de pesca, sim senhor.
Mas nesta terra de cá
o fato é desafiador.
Nesta terra das palmeiras
onde a "mandança" a uns cabe.
Dá de tudo e mais um pouco.
Pode crer, isto é verdade!
Há estradas que nada liga,
que dá em lugar nenhum.
Mas há muito inaugurada,
como se desse a lugar algum!
Há central de tratamento,
que não tem cano a ligar.
Se liga na propaganda,
a escoamento não dá.
De todas as obras prometidas
Há 72 esperadas.
Elas virão, isto é certo!
Parecidas com a estrada.
Para que não me rotulem
de descrente, demente ou similar.
Vou relatar o ocorrido,
em São José de Ribamar.
Por absurdo que pareça
acaba de acontecer.
Maracujeiro dá falo.
É verdade! Pode crer!
Estampa o jornal de hoje
com destacada figura.
Um pé de maracujá,
sustentando a "criatura".
Se disserem que é invento
mentira ou coisa igual.
Está na primeira página
do Jornal O Imparcial.
Nesta terra quase tudo
tinha a impressão de ter visto.
Político eleito, sem voto,
voto jogado no lixo.
Mas uma coisa agora sei.
Ninguém desminta o que falo.
Nesta terra de intrigas.
até pé maracujá dá falo.
Obs.: Quando o autor diz “Maracujazeiro dá falo”, o falo nesse caso remete a formas que simbolizam um pênis ereto, como a gravata masculina. (nota do autor).
Para quem quiser, segue em anexo a íntegra da matéria jornalística, que saiu no Jornal O Imparcial.
http://www.oimparcialonline.com.br/noticias.php?id=70460
Beijos
Deíla
Bandeira da ASDECON
ASSOCIAÇÃO DOS DESCENDENTES DE CONFEDERADOS AMERICANOS NA AMAZÔNIA
Brasão da família Vaughan
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ESCLARECIMENTO / EXPLICATION
Esclarecemos que em função de erros cometidos por ocasião das escriturações nos cartórios de Santarém, durante os registros de nascimentos, diversas famílias de origem confederada (Wallace, Hennington, Rhome, Pitts, Riker, Vaughan, Jennings, etc...) tiveram seus nomes escriturados de forma errada.A família VAUGHAN, por exemplo, assumiu algumas formas diferentes de escrituração: Vaughon, Waughan e Wanghon.Recentemente alguns descendentes da família VAUGHAN e de outras famílias, com o auxílio de advogados e seguindo as árvores genealógicas, efetuaram as correções devidas nos cartórios locais e passaram a escrever corretamente os seus nomes.Devido a pronúncia do nome VAUGHAN ser diferente da forma que é escrita, alguns descendentes passaram a adotar a denominação de “Von”, mas tão somente para facilitar o entendimento da leitura, sem alterar a forma de registro.We clarified that in terms of errors committed during the notary records in Santarém, in the records of births, several families of confederates (Wallace, Hennington, Rhome, Pitts, Riker, Vaughan, Jennings, etc ...) had their names entered in wrong. The family VAUGHAN, for example, took a few different ways to book: Vaughon, Waughan and Wanghon. Recentemente VAUGHAN some descendants of the family and other families with the help of lawyers and following the tree, made the necessary corrections in notary places and began to write their names correctly. Due to the pronunciation of the name VAUGHAN be different from the way it is written, some descendants moved to adopt the name of "Von", but only to facilitate the understanding of reading, without changing the way of record.
