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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Natal em família

Família reunida na Ceia de Natal.

A Ceia de Natal da família Wanghon Monteiro deste ano foi muito divertida e aconteceu na residência do casal Gerardo e Elizabeth Monteiro, localizada no conjunto Médici 2, em Belém. A reunião em família foi bem descontraida e contou com a presença de muitos membros da família. Dentre todos que estiveram presentes, talvez a mais comemorada e festejada tenha sido a da matriarca Irene Wanghon Monteiro (82) que veio especialmente da cidade de Sanatrém para participar do encontro.

Reginaldo e Iara (D), ao lado de Lourenço e Lucélia (E), com os filhos Leandro e Victor (C), além da Dona Irene, no meio.  

Além de Gerardo e Elizabeth (o casal anfitrião), e seus filhos Gerardo Neto, Victor Andrei e Victória Letícia, também estiveram presentes: Reginaldo com a esposa Iara, Regina com esposo e família, Rosangela com esposo e família, Rosiline com esposo e família, Jacenira e família, Rosilda, Lourenço com esposa e família, além da presença especial do vizinho Cileno que veio dar um abarços na turma presente. 

O casal Regina & Goes, com as filhas Thais e Rafaela, além da sempre atenciosa e inseparável Maria. Dona Irene está no centro.

Por volta das 21 horas a galera começou a chegar e bons papos rolaram. Infelizmente para a turma reunida, alguns tinham outros compromissos e encontros para realizar e tiveram que nos deixar um pouco antes da meia noite.

Em detalhe a turma do "Garantido" que parece ter combinado vestir vermelho.

Apesar da saída de alguns antes da ceia, a grande maioria permaneceu até o final. Foi um dos melhores encontros e Ceia de Natal que tivemos nos últimos anos.
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Em destaque os alegres casais Regina & Goes, Rosangela & Thomas, e os anfitriões Gerardo & Elizabeth.

Apesar de simples e da falta de alguns, os que estiveram presentes participaram com muita descontração e deu para sentir a verdadeira mensagem de Natal e de confraternização que o encontro pedia. Houve trocas de presentes e até alguns discursos emocinados. No final todos saíram realizados e muito satisfeitos com a noite de confraternização.

O casal Rosilene & João, com seus filhos Lorenda, Larissa e Leoni. Mamãe Irene não poderia faltar, é a segunda da esquerda, ao lado de Lorenda.

Sentimos a falta do irmão Ronaldo que não se fez presente na reunião devido estar realizando a Ceia de Natal com a família em sua residência, na Ilha do Mosqueiro. No domingo estivemos na bucólica para dar um abraço no Ronaldão e sua família, além de participar do almoço de Natal.

Jacenira esteve com a filha Sandra, o genro Simei e sua neta Lidia. Clovis Augusro, o filho mais velho de Reinaldo e Jace ligou de Santa Catarina para felicitar a todos, enquanto que Mauro Henrique, o mais novo não pode estar presente.

Agradecemos muito pela presença e participação de todos na Ceia Natalina da família Wanghon Monteiro.

O casal Gerardo & Elizabeth ficaram felizes e agradecem pela presença de todos na reunião de família realizada em sua residência.

O Natal foi maravilhoso! Agora esperamos que todos tenham Boas Festas, saúde, paz e sucesso em 2012! 

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Congratulações / Congratulations

David Meyer e Helena Solberg
Repassamos aos demais as congratulações recebidas dos amigos David Meyer e Helena Solberg, direto do Rio de Janeiro, para todos os membros da ASDECON.
Ao casal de amigos os nossos mais sinceros agradecimentos pela gentileza e lembrança.
Desejamos muitas felicidades e que 2012 seja um ano promissor e cheio de realizações. 
Saúde e sucesso!
Feliz Natal e Boas Festas!

We went over to the other received the congratulations of friends David Meyer and Helena Solberg, direct from Rio de Janeiro, to all members of ASDECON.
The couple of friends our most sincere thanks for the kindness and remembrance.
We wish them much happiness and that 2012 be a year full of promise and achievement.
Health and success!
Merry Christmas and Happy Holidays!

domingo, 11 de dezembro de 2011

Victor Andrei é mais um calouro na família!

Victor Andrei agora é universitário! 
 
Victor Andrei Teixeira Monteiro (18), filho do casal Gerardo e Elizabeth Monteiro, alegrou seus pais e irmão  ao passar nos vestibulares do Cesupa (Engenharia da Computação) e Unama (Engenharia Civil).
Victor Andrei ao lado de seu pai Gerardo Filho (meio) e o irmão Gerardo Neto (E).

 Como Victor Andrei sempre teve o desejo de fazer Engenharia Civil, ele seguirá a carreira de seu avô Gerardo Monteiro,  que apesar de não ter cursado uma universidade, exerceu com sucesso a profissão de Mestre de obras na prefeitura de Santarém, com muitas obras realizações por toda a cidade e interiores que até hoje estão de pé e servindo a população e a cidade. 

Victor Andrei com a mãe Elizabeth feliz da vida!
Victor deverá iniciar sua vida de universitário na Unama a partir de fevereiro de 2012, juntando-se a seu irmão, Gerardo Neto, que já faz o curso de Serviço Social, também na Unama.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Gente fina é outra coisa!

Não é para qualquer um, mas certamente quem tiver essa oportunidade não deve perder e aproveitar o máximo que puder. E como deve!

Como diz a música "Só sabe o que é bom quem vai em Santarém"...terra um pouco distante, é certo, mas cheia de surpresas e atrativos diferentes do nosso dia-a-dia. Ah! é muito caliente também!

Irene Wanghon, feliz da vida ao lado de sua família.
(Foto: Odlaniger Lourenço.)

Quem esteve visitando a "Pérola do Tapajós" no último final de semana (de 28/10 a 01/11), para passar quatro saudosos dias, foi o Odlaniger Lourenço, acompanhado de sua esposa Lucélia e seus dois filhos, pelos pais Reginalo e Iara, além de um casal de amigos. Segundo relatos de Lourenço, foram quatro dias inesquecíveis e maravilhosos, com direito a muitos passeios às praias e degustação de deliciosos peixes regionais. Aproveitaram ao máximo, esquecendo nesses quatro dias os problemas do dia-a-dia da cidade grande.

Quem ficou muito feliz com essa visita foi a dona Irene Wanghon, avó de Lourenço e mãe de Reginaldo. Ela que só quer um pezinho para dar uma voltinhas, recebeu muito bem a turma toda e serviu com muito prazer de guia e cicerone. As crianças curtiram muito o lugar pois tudo para elas era novidade.

Lourenço afirma que ficou muito feliz em ver a dona Irene alegre, satisfeita e com muita disposição e saúde, sempre dando muitas dicas e sugestões, além de brindar os turistas com um delicioso almoço à base de peixes na segunda feira (31).

Além de Santarém, os turistas visitaram Alter-do-Chão e prais adjacentes, além de outros lugares pitorescos. Só não foi possível conhecer mais devido o curto tempo da estadia.

Aos viajantes os nossos mais sinceros parabéns pela feliz escolha e pelos bons momentos que certamente viveram na excelente companhia da Dona Irene.

Só espero que tenham lembrado um pouquinho da gente no momento em que degustaram os saborosos peixes do Tapajós! 

Reunião da ASDECON

Olá pessoal, tudo bem?

Devido alguns imprevistos/círio, não fizemos a nossa reunião do mês de outubro, então este e-mail é para lhes comunicar e convidar para a reunião do mês de novembro, que será dia 09/10/2011, às 19H30MIN, na residência da Diretora Social Sra. Natalice.

Aproveito a oportunidade para lhes convidar a participar da missa de mês de falecimento do parente Paulo Jennings, que será celebrada dia 08/10/2011 às 19H30MIN, na Igreja de São Raimundo, que fica na AV: Senador Lemos esquina com TV: Manoel Evaristo no bairro do Umarizal.

Conto com a presença de todos
Um abraço

Elizete Sardinha Waughan
Diretora de Secretaria da Asdecon

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Poesia de Quinta

Pessoal,

Desculpem a demora em postar novas poesias. É que estou passando por um período complicado. As dores e delícias da maternidade.. Enfim.
Ontem ouvi na TV um trecho desta poesia e achei realmente bela. Fiquei até admirada, pois não é muito comum ouvir poesias na Globo. Aí me deu vontade de ler a íntegra e compartilhar com vcs. Espero que gostem. A Poesia é de João Cabral de Melo Neto e se chama "Relógio". Uma bela reflexão sobre o tempo. Espero que gostem.
Ofereço esta poesia carinhosamente à minha amiga Viraneide.
Beijos


Deíla


O RELÓGIO
joão cabral de melo neto


1.
Ao redor da vida do homem
há certas caixas de vidro,
dentro das quais, como em jaula,
se ouve palpitar um bicho.


Se são jaulas não é certo;
mais perto estão das gaiolas
ao menos, pelo tamanho
e quebradiço de forma.


Umas vezes, tais gaiolas
vão penduradas nos muros;
outras vezes, mais privadas,
vão num bolso, num dos pulsos.


Mas onde esteja: a gaiola
será de pássaro ou pássara:
é alada a palpitação,
a saltação que ela guarda;


e de pássaro cantor,
não pássaro de plumagem:
pois delas se emite um canto
de uma tal continuidade


que continua cantando
se deixa de ouvi-lo a gente:
como a gente às vezes canta
para sentir-se existente.


2.
O que eles cantam, se pássaros,
é diferente de todos:
cantam numa linha baixa,
com voz de pássaro rouco;


desconhecem as variantes
e o estilo numeroso
dos pássaros que sabemos,
estejam presos ou soltos;


têm sempre o mesmo compasso
horizontal e monótono,
e nunca, em nenhum momento,
variam de repertório:


dir-se-ia que não importa
a nenhum ser escutado.
Assim, que não são artistas
nem artesãos, mas operários


para quem tudo o que cantam
é simplesmente trabalho,
trabalho rotina, em série,
impessoal, não assinado,


de operário que executa
seu martelo regular
proibido (ou sem querer)
do mínimo variar.


3.
A mão daquele martelo
nunca muda de compasso.
Mas tão igual sem fadiga,
mal deve ser de operário;


ela é por demais precisa
para não ser mão de máquina,
e máquina independente
de operação operária.


De máquina, mas movida
por uma força qualquer
que a move passando nela,
regular, sem decrescer:


quem sabe se algum monjolo
ou antiga roda de água
que vai rodando, passiva,
graças a um fluido que a passa;


que fluido é ninguém vê:
da água não mostra os senões:
além de igual, é contínuo,
sem marés, sem estações.


E porque tampouco cabe
por isso, pensar que é o vento,
há de ser um outro fluido
que a move: quem sabe, o tempo.


4.
Quando por algum motivo
a roda de água se rompe,
outra máquina se escuta:
agora, de dentro do homem;


outra máquina de dentro,
imediata, a reveza,
soando nas veias, no fundo
de poça no corpo, imersa.


Então se sente que o som
da máquina, ora interior,
nada possui de passivo,
de roda de água: é motor;


se descobre nele o afogo
de quem, ao fazer, se esforça,
e que ele, dentro, afinal,
revela vontade própria,

incapaz, agora, dentro,
de ainda disfarçar que nasce
daquela bomba motor
(coração, noutra linguagem)


que, sem nenhum coração,
vive a esgotar, gota a gota,
o que o homem, de reserva,
possa ter na íntima poça.


PS: A leitura excessiva destes textos pode ocasionar dependência cultural.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Correnteza dificulta buscas por médico desaparecido

Paulo Jennings

As buscas para encontrar o médico Paulo Jennings continuam na noite deste domingo (09).

Os bombeiros, ao comando do Cel. Tavernah, informaram que a correnteza está muito forte e por isso estão fazendo um rastreamento mais longo, acima da Ponta da Capivara.

Ribeirinhos e pescadores auxiliam nas buscas passando redes e anzóis nas proximidades, em todo o leito do rio Amazonas.

Estão na cidade acompanhando as buscas, a esposa Laudia, as filhas Claudie e Beatriz, além de Felícia e o genro Dieter Winterle que chegaram de Nova York nesta madrugada.

As informações mais recentes são de que mais cinco bombeiros serão enviados ao local na tentativa de intensificar a procura pelo médico.

O acidente

O médico santareno Paulo Jennings se jogou do barco Aruã para dar um mergulho por volta das 15 horas de sábado (8). O barco viajava pelo Rio Amazonas, na costa do município de Óbidos, próximo a ilha da Januária. Nele, o médico e seus convidados saíram de Santarém às 8 horas da manhã de sábado com destino ao município de Oriximiná e planejavam pescar nos Rios Trombetas e Cuminã. Após atravessar uma localidade com farol de sinalização, Jennings demonstrando estar feliz por mais uma vez participar de seu hobby preferido, avisou aos amigos que daria um mergulho, se jogou no Rio Amazonas e sumiu.

Paulo Jennings tem 56 anos, reside há mais de trinta anos em São Paulo e é referência para as pessoas da região que procuram a capital paulista para o tratamento de saúde. Jennings também é muito querido pelos amigos que possui em Santarém e pelos ribeirinhos residentes na região do Pinduri, onde passou a sua infância. 

fonte: Portal No Tapajós
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Bandeira da ASDECON

Bandeira da ASDECON
ASSOCIAÇÃO DOS DESCENDENTES DE CONFEDERADOS AMERICANOS NA AMAZÔNIA

Brasão da família Vaughan

Brasão da família Vaughan

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ESCLARECIMENTO / EXPLICATION

Esclarecemos que em função de erros cometidos por ocasião das escriturações nos cartórios de Santarém, durante os registros de nascimentos, diversas famílias de origem confederada (Wallace, Hennington, Rhome, Pitts, Riker, Vaughan, Jennings, etc...) tiveram seus nomes escriturados de forma errada.
A família VAUGHAN, por exemplo, assumiu algumas formas diferentes de escrituração: Vaughon, Waughan e Wanghon.
Recentemente alguns descendentes da família VAUGHAN e de outras famílias, com o auxílio de advogados e seguindo as árvores genealógicas, efetuaram as correções devidas nos cartórios locais e passaram a escrever corretamente os seus nomes.
Devido a pronúncia do nome VAUGHAN ser diferente da forma que é escrita, alguns descendentes passaram a adotar a denominação de “Von”, mas tão somente para facilitar o entendimento da leitura, sem alterar a forma de registro.

We clarified that in terms of errors committed during the notary records in Santarém, in the records of births, several families of confederates (Wallace, Hennington, Rhome, Pitts, Riker, Vaughan, Jennings, etc ...) had their names entered in wrong. The family VAUGHAN, for example, took a few different ways to book: Vaughon, Waughan and Wanghon. Recentemente VAUGHAN some descendants of the family and other families with the help of lawyers and following the tree, made the necessary corrections in notary places and began to write their names correctly. Due to the pronunciation of the name VAUGHAN be different from the way it is written, some descendants moved to adopt the name of "Von", but only to facilitate the understanding of reading, without changing the way of record.