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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Poesia de Quinta

Pessoal, 

Desculpem estas últimas semanas sem poesias. Ando meio adoentada, nada grave, mas estou de repouso total. Ossos do ofício da maternidade, infelizmente. 
Esta semana encontrei minha querida tia Sissy no hospital e ela me declamou lindamente esta poesia, que eu não conhecia. 
Então, dedico carinhosamente este lindo poema de Olavo Bilac para ela.
Engraçado, que a última poesia de quinta também foi dele e sobre o mesmo tema, mas bem diferente. 
Beijos

Deíla 

Poemas - Via láctea (Olavo Bilac)

Ora (direis) ouvir estrelas! Certo
Perdeste o senso! E eu vos direi, no entanto,
Que, para ouvi-las, muita vez desperto,
E abro as janelas, pálido de espanto...

E conversamos toda a noite enquanto
A via láctea, como um pálio aberto,
Cintila. E ao vir do Sol, saudoso e em pranto
Inda as procuro pelo céu deserto.

Direis agora: "Tresloucado- amigo!
Que conversas com elas? Que sentido 
Têm o que dizem, quando estão contigo?"

E eu vos direi: "Amai para entendê-las!
Pois só quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e de entender estrelas."

PS: A leitura excessiva destes textos pode ocasionar dependência cultural. 

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Comemoração das Bodas de Prata da ASDECON

Detalhes do encontro na ASDECON.
Aconteceu neste domingo (18), na sede campestre da ASDECON, no distrito de Benfica, o evento comemorativo das bodas de prata de fundação da associação. A reunião teve início às 08:30h com um farto café da manhã, finalizando às 09:30h, quando iniciou uma missa especial para os 25 anos de existência da ASDECON.
Os associados e familiares que estiveram presentes se divertiram bastantes ao rítimo de músicas regionais e muitas brincadeiras.
Informamos aos leitores e associados que lamentamos muito a ausência dos amigos David Meyer e Helena Solberg, cineastas que estiveram recentemente (julho) visitando Belém e Santarém para coletar dados sobre os descendentes de confederados americanos na Amazônia.
A ideia era contar com a presença e participação dos dois ilustres nesse evento mas devido a problemas de saúde com o amigo David Meyer, não foi possível a vinda de ambos para participarem do encontro. David informou que já está bem mas precisa ficar em repouso por algum tempo. Desejamos melhoras e breve restabelecimento ao amigo David.   
A senhora Irene Wanghon Monteiro (82) veio com muito bom gosto de Santarém especialmente para participar dessa reunião entre parentes.
O café da manhã especial, totalmente doado pelos associados, contou com diversos igredientes e iguarias regionais.

Nome / Doação (café da manhã)
Celson / Mingau de banana
Jacenira / Tapioquinha
Celeste / Café e leite
Elizete / Café e leite
Natalice / Suco e 1 charão de bolo de milho
Nássara / Mamão, banana e abacaxi
Emerson / Melancia e maçã
Mauro / 2 kg de uva
José / 3 pacotes de pão de chá ou bisnaguinha
Elvio / 3 pacotes de pão de chá ou bisnaguinha
Rosiane / 750 gr de queijo
Bruno / 750 gr de presunto
Cleucy / 1 charão de bolo de macaxeira
Gerardo / 1 charão de bolo de trigo
Yana / 3 copos de requeijão

domingo, 18 de setembro de 2011

Bons momentos em Alter-do-Chão

Mauríco ao lado de Irene Wanghon Monteiro (meio).

Estamos divulgando foto da senhora Irene Wanghon Monteiro, sempre alegre e rodeada por bons amigos, num momento de descontração na bonita praia de Alter-do-Chão, distrito de Santarém. A foto é do início de setembro de 2011 e foi enviada pelo amigo Maurício Batista, colega que também trabalha na Petrobras, mesma empresa desse escriba.
Nossos sinceros agradecimentos ao amigo Maurício.

Depoimento de T. Riker

"Eu sou trineto de Herbert A. Riker e David B. Riker. Meus Bisavos eram primos: Sergio Adriano Riker, filho de Herbert e Anna Souza., e Antonia Davina Riker, filha de David Bowman Riker e Carolina Colares.

O patriarca da familia Riker, Robert Henry Riker, na realidade era natural de Savannah, Georgia, onde nasceu 1824.

Robert era tataraneto de Abraham Rijken Van Lent, o antigo proprietario da ILHA Riker, Nova York.

Embora seu filho, David B. Riker, em seu manuscrito, escreveu que seu pai nasceu em Charleston, o censo da cidade de Charleston, do ano de 1861, diz que o grande patriarca, nasceu na Georgia.

Sua esposa era Sarah Happoldt, filha do judeu alemão Christian David Happoldt e Sarar Marlen, de Charleston.

Meu tataravo não foi um militar - na realidade podemos dizer que ele e seu irmão (David Rike) foram empresarios da Guerra. Muitas de suas empresas, prestaram serviços para a Confederação, segundo recibos que me foram enviados dos EStados Unidos.

Estou escrevendo um livro que conta bem a Historia da familia Riker. Espero que seja publicado em 2012.

David Afton Riker, que tive oportunidade de conhecer, quando morou em STM, muito ajudou, com informações, e conselhos.

Ele foi tio de Minha avó --

Segundo o Reitor Daculdade Teologica Batista Equatorial, o pastor Dr. David B. Riker,. Phd, diz que, o seu avô David Bowman Riker, ajudou o Missionário sueco, Eurico Nelson, o implantar, o trabalho evangelico Batista em Santarém, sendo responsavel pela contrução do segundo Templo Batista em Santarém.

Uma outra informação é sobre o SOLAR Branco em STM -- narealidade o nome de tal Solar deveria ser Solar Riker -- uma vez que suas proprietarias foram honorina e America Riker --

Graça e paz

T. Riker
7 de setembro de 2011 09:15"
colaboração: T. Riker

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Poesia de Quinta

Pessoal,

A Poesia de Quinta de hoje é bem reflexiva... Sobre o universo. E de um dos grandes expoentes de nossa literatura: Olavo Bilac.
Quando a gente se coloca a observar e admirar a grandeza do universo, tantas coisas podem nos vir à mente... Nossa insignificância, a perfeição da natureza, Deus, astrologia, astronomia, o início do mundo, vida em outros planetas, anos-luz, distâncias inimagináveis ...
Enfim, eu adoro admirar um céu estrelado. Por isso vou até montar um no quartinho da minha filha... Para que, desde bebê, ela já fique admirando o universo... Viajei agora!!!! kkkk
Beijos


Deila
O Universo
(Paráfrase)

Olavo Bilac

A Lua:
 Sou um pequeno mundo;
Movo-me, rolo e danço
Por este céu profundo;
Por sorte Deus me deu
Mover-me sem descanso,
Em torno de outro mundo,
Que inda é maior do que eu.

A Terra:
Eu sou esse outro mundo;
A lua me acompanha,
Por este céu profundo . . .
Mas é destino meu
Rolar, assim tamanha,
Em torno de outro mundo,
Que inda é maior do que eu.

O Sol:
Eu sou esse outro mundo,
Eu sou o sol ardente!
Dou luz ao céu profundo . . .
Porém, sou um pigmeu,
Quer rolo eternamente
Em torno de outro mundo,
Que inda é maior do que eu.

O Homem:
Por que, no céu profundo,
Não há-de parar mais
O vosso movimento?
Astros! qual é o mundo,
Em torno ao qual rodais
Por esse firmamento?

Todos os Astros:
Não chega o teu estudo
Ao centro disso tudo,
Que escapa aos olhos teus!
O centro disso tudo,
Homem vaidoso, é Deus!

PS: A leitura excessiva destes textos pode ocasionar dependência cultural.

Bandeira da ASDECON

Bandeira da ASDECON
ASSOCIAÇÃO DOS DESCENDENTES DE CONFEDERADOS AMERICANOS NA AMAZÔNIA

Brasão da família Vaughan

Brasão da família Vaughan

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ESCLARECIMENTO / EXPLICATION

Esclarecemos que em função de erros cometidos por ocasião das escriturações nos cartórios de Santarém, durante os registros de nascimentos, diversas famílias de origem confederada (Wallace, Hennington, Rhome, Pitts, Riker, Vaughan, Jennings, etc...) tiveram seus nomes escriturados de forma errada.
A família VAUGHAN, por exemplo, assumiu algumas formas diferentes de escrituração: Vaughon, Waughan e Wanghon.
Recentemente alguns descendentes da família VAUGHAN e de outras famílias, com o auxílio de advogados e seguindo as árvores genealógicas, efetuaram as correções devidas nos cartórios locais e passaram a escrever corretamente os seus nomes.
Devido a pronúncia do nome VAUGHAN ser diferente da forma que é escrita, alguns descendentes passaram a adotar a denominação de “Von”, mas tão somente para facilitar o entendimento da leitura, sem alterar a forma de registro.

We clarified that in terms of errors committed during the notary records in Santarém, in the records of births, several families of confederates (Wallace, Hennington, Rhome, Pitts, Riker, Vaughan, Jennings, etc ...) had their names entered in wrong. The family VAUGHAN, for example, took a few different ways to book: Vaughon, Waughan and Wanghon. Recentemente VAUGHAN some descendants of the family and other families with the help of lawyers and following the tree, made the necessary corrections in notary places and began to write their names correctly. Due to the pronunciation of the name VAUGHAN be different from the way it is written, some descendants moved to adopt the name of "Von", but only to facilitate the understanding of reading, without changing the way of record.