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quinta-feira, 30 de julho de 2009

Poesia de Quinta

por Deíla Maia

Pessoal

Às vezes algumas pessoas me perguntam, pedem indicações de sites de poesias.
A internet é muito pródiga em diversos sites, blogs, enfim.
Por hoje, eu indico o site abaixo, Mar de Poesias. Tem poesias de diversos autores, por ordem alfabética, é legal.


E de lá colhi esta poesia, de uma poeta portuguesa que eu aprecio bastante, Florbela Espanca.
Ela faz poesias bem rimadas, muitos sonetos. Suas poesias às vezes são um pouco tristes, mas estonteantemente belas.
Espero que gostem.

Beijos,

Deíla
O Meu Impossível

Florbela Espanca

Minh`alma ardente é uma fogueira acesa,
É um brasido enorme a crepitar!
Ânsia de procurar sem encontrar
A chama onde queimar uma incerteza!

Tudo é vago e incompleto! E o que mais pesa
É nada ser perfeito. É deslumbrar
A noite tormentosa até cegar,
E tudo ser em vão! Deus, que tristeza!...

Aos meus irmãos na dor já disse tudo
E não me compreenderam!... Vão e mudo
Foi tudo o que entendi e o que pressinto...

Mas se eu pudesse a mágoa que em mim chora
Contar, não a chorava como agora,
Irmãos, não a sentia como a sinto!...

PS: A leitura excessiva destes textos pode ocasionar dependência cultural.

Tarsila do Amaral X Gil Serique















Abaporu means He who eats
One is abundance the other famine;
One is dry the other super wet;
One is colourful the other B/W; ...

Abaporu significa Aquele que come
Um deles é a abundância outras fome, a seca é um outro super molhada;
Um colorido é o outro B / W; ...

fonte: http://www.uruatapera.com/blog/blog.asp
Posted by Gil Serique: Culture, Windsurf & Wildlife In the Amazon

quarta-feira, 29 de julho de 2009

O ladrão do fim do mundo

03/07/2009
Henry Wickham, o inglês que se tornou o “pai” da biopirataria
Livro conta a biografia do responsável pelo roubo das sementes de seringueira da Amazônia Guilherme Evelin

HOMEM DO IMPÉRIO




















Henry Wickham, ao lado de uma seringueira no atual Sri Lanka, em 1905, e pouco antes de sua morte, em 1928 (à direita). Abaixo, a capa do livro sobre sua vida lançado nos EUAEntre 1880 e 1913, a Amazônia viveu sua belle époque. Em 1907, o consumo per capita de diamantes em Manaus, a capital do Amazonas, era o mais alto do mundo. Lá, o custo de vida chegava a ser quatro vezes mais alto que o de Londres ou Nova York. Manaus foi a primeira cidade da América do Sul a ter uma rede de bondes elétricos. Teve também o maior porto flutuante do mundo, com recorde de movimentação de embarcações. Em 1906, pelas águas do Rio Negro escoaram riquezas suficientes para pagar 40% da dívida anual do Brasil. Um símbolo desse período de ouro ainda pode ser encontrado em Manaus: o Teatro Amazonas, inspirado na Ópera Garnier de Paris. A razão dessa prosperidade era a seringueira Hevea brasiliensis, dispersa na Floresta Amazônica. Ela produzia uma borracha de qualidade única no mundo e tão essencial para o transporte, a comunicação e a indústria da época como o petróleo é hoje em dia. Em 1913, esse mundo de riqueza sofreu um golpe mortal, quando a borracha extraída de seringueiras plantadas por britânicos no Sudoeste da Ásia invadiu o mercado, com a mesma qualidade e preços mais baixos.

Essa história é bem conhecida. Bem menos é a do aventureiro responsável pelo fim do ciclo da borracha na Amazônia. Em 1876, o inglês Henry Wickham, que se estabelecera em Santarém, no Pará, às margens do Rio Tapajós, contrabandeou 70 mil sementes de Hevea brasiliensis para o Royal Botanic Gardens de Kew, uma famosa instituição britânica com 250 anos de história no estudo da botânica. Wickham escondeu as sementes dentro de cestos trançados, sob folhas de banana. Disse que transportava apenas “espécimes exóticos e delicados” para os jardins da rainha Vitória, a monarca da ocasião no Reino Unido. Não foi incomodado pelos representantes da aduana brasileira encarregados de vistoriar o navio a vapor inglês em que viajava. Apenas 2 mil das sementes germinaram, mas as mudas, transplantadas para o Sudoeste Asiático, produziram, 37 anos depois, a ruína econômica da Amazônia brasileira e mudaram, em certa medida, o mundo.

O contrabando das sementes de Hevea brasiliensis é conhecido como o marco da biopirataria global. A história desse roubo e de seu protagonista são os temas de uma extraordinária biografia lançada no ano passado nos Estados Unidos, The thief at the end of the world – Rubber, power, and the seeds of the empire (O ladrão no fim do mundo – Borracha, poder e as sementes do império) . O livro, de autoria do jornalista americano Joe Jackson, foi eleito um dos dez melhores de 2008 pela revista Time (a editora Objetiva adquiriu os direitos do livro, mas ainda não há data de lançamento no Brasil). O surrupio das sementes já era conhecido, mas, antes de Jackson, nunca ninguém escrevera com tamanha profundidade sobre Wickham. Além de pesquisas em bibliotecas e arquivos e viagens ao Amazonas e ao Pará, Jackson, um ex-repórter policial, encontrou escondido numa pequena cidade da Inglaterra o diário de Violeta Wickham, única mulher da vida de Henry. Ela partilhou suas aventuras até o dia em que foi deixada sozinha por ele por 19 dias numa ilha habitada por canibais na Papua Nova Guiné.

As sementes roubadas por Wickham causaram a ruína econômica da Amazônia e mudaram o mundo
Jackson revela um personagem fascinante por seu lado quixotesco e pela tendência ao desastre, ampliada por uma completa inaptidão para o comércio e os negócios. Filho de uma família de classe média, empobrecida de repente por causa da morte súbita do pai advogado,Wickham saiu da Inglaterra aos 20 anos, rumo aos trópicos em busca de fama e fortuna. Agia inspirado no exemplo dos exploradores que levavam a bandeira do império colonial britânico a praticamente todos os rincões do planeta e eram considerados os heróis da época. Antes de chegar ao Brasil, passou por Nicarágua e Venezuela, onde travou contato com índios e aprendeu a tirar o látex das seringueiras. Contraiu várias malárias que o levaram à beira da morte. Obcecado com sonhos de grandeza, prosseguiu e convenceu toda a família a se mudar para Santarém, onde tentou estabelecer uma plantação de seringueiras. Foi um novo desastre, desta vez mais trágico. Em três anos, morreram sua mãe, sua irmã e a sogra de um irmão.

O roubo das sementes de seringueiras – feito sob encomenda do consulado britânico em Belém – foi praticamente a única coisa que deu certo na vida de Wickham. Mesmo depois de contrabandear com sucesso as sementes, ele não obteve nem fortuna nem reconhecimento imediato. Esnobado pela aristocracia britânica por não ter educação formal, perambulou por Belize, Austrália, Papua Nova Guiné – onde voltou a ter retumbantes fracassos. A consagração tardia por parte dos compatriotas britânicos só veio em 1920, quando ele recebeu o título de Cavaleiro do Império Britânico e passou a ser chamado de pai da indústria da borracha. No final da vida, Wickham costumava romancear o roubo das sementes, dizendo que tivera de enfrentar navios de guerra para tirá-las do Brasil. Era lorota.

Narrador habilidoso, Jackson sabe contar essa saga pessoal no devido contexto de uma empreitada do imperialismo britânico para manter sob seu controle um produto considerado vital. A botânica foi apenas mais uma arma para a manutenção da hegemonia econômica. Antes do roubo das sementes da Hevea brasiliensis, a coroa britânica financiara expedições às regiões andinas para o roubo da cinchona, a planta do quinino, substância usada no tratamento da malária e útil para as tropas inglesas que ajudavam a manter o comércio colonial no mundo. Imbuído de um peculiar senso de nacionalismo vitoriano, Wickham achava que o roubo das sementes era uma ação nobre em prol do bem comum da “humanidade, do império britânico e da rainha”.

A biopirataria de Wickham teve muitos desdobramentos, além da ruína econômica amazônica. Ela deu à Inglaterra monopólio global sobre um produto estratégico, que durou até a Segunda Guerra Mundial e a popularização da borracha sintética. Em 1930, o americano Henry Ford, que precisava da borracha para os pneus dos carros que saíam de suas fábricas, tentou quebrar esse monopólio. Adquiriu terras próximas de Santarém e criou uma cidade no meio da floresta – Fordlândia (tema de outro livro recém-publicado nos EUA). Foi outro fracasso, motivado pelas pragas e pela incompatibilidade entre os caboclos amazônicos e o modo de produção do “fordismo”. Outros ecos do roubo de Wickham reverberam até hoje. Há duas semanas, a Polícia Federal prendeu três pesquisadores americanos em Corumbá, Mato Grosso do Sul, que faziam pesquisas no Pantanal sem autorização. No meio acadêmico, há um debate sobre se o receio da biopirataria não cria restrições que prejudicam a pesquisa científica no país. Pode ser, mas a história de Wickham mostra que desconfiar das intenções de tais pesquisadores não é paranoia.

Comentários
Gil Serique PA / Santarém 25/07/2009 12:52
O ladrao do fim do mundo
Meio suspeito, mas demorar ter um livro melhor que esse sobre a historia da borracha. Joe foi indicado todas as vezes que escreveu pro Pulitzer, escritor genial, assunto fantástico!!!
fonte:

BELÉM - PARÁ - BRASIL

SANTARÉM - PARÁ - BRASIL



Confederate Party in Brazil / Festa dos Confederados





terça-feira, 28 de julho de 2009

"O Inca" fez história!

"The Inca" made history!
O jornal “O Inca” foi uma idéia que tivemos e colocamos em prática no dia 24 de setembro de 1988, com o lançamento de sua 1ª edição. O jornal surgiu para divulgar a história dos confederados na Amazônia, as coisas e os acontecimentos relacionados a ASDECON (Associação dos Descendentes de Confederados Americanos na Amazônia) e seus membros.
No início da circulação do jornalzinho o editor era Gerardo Monteiro Filho que contou com a colaboração de diversos parentes e amigos para seu sucesso. Posteriormente, tivemos também como editores e colaboradores os parentes Celson Vaughan, Fátima Monteiro, Nássara Vaughan, Natalice Vaughan, José Rocha Wanghon, Reinaldo Wanghon Monteiro, Irene Wanghon, etc.
O jornalzinho era bem divertido, trazia muitas novidades das famílias Vaughan-Jennings e era muito aguardado por seus leitores. A cada dois meses tinha uma edição e chegou a circular até o ano de 2001. Por falta de tempo e de editores o jornalzinho deixou de circular e em função disso teve sua publicação interrompida. Pode ser que com a nova geração de parentes chegando e com as novas ferramentas de mídia que temos hoje o jornalzinho volte a ser editado em breve.
O blog da ASDECON http://asdecon.blgospot.com foi criado no dia 10 de agosto de 2008 para suprir em parte a ausência do antigo jornalzinho.
Esperamos contar com a participação e ajuda dos parentes e amigos na edição do blog da ASDECON.

Tuesday, July 28, 2009
The newspaper "The Inca" an idea that we put in practice was and it began to be edited on September 24, 1988 to publish the confederates' history in the Amazonian, the things and the related events ASDECON (Association of the Descendants of American Confederates in the Amazonian) and their members.
In the beginning of the circulation of the News his/her editor was Gerardo Monteiro Filho that counted on the several relatives' cooperation and friends. Later, we also had as editors and collaborators the relatives Celson Vaughan, Fátima Monteiro, Nássara Vaughan, Natalice Vaughan, José Rocha Wanghon, Reinaldo Wanghon Monteiro, Irene Wanghon Monteiro, etc. The jornalzinho was very entertaining and very awaited by their readers. It was edited every two months and it got to circulate until the year of 2001.
For lack of time and of editors the News left of being edited and he/she had his/her interrupted publication. It can be that with the new generation of relatives arriving and with new media instruments as tool the News is edited soon again. The blog of ASDECON http://asdecon.blgospot.with/ it was created on August 10, 2008 to supply the absence of the old News partly.
We hoped to count with the participation and the relatives' help and friends in the edition of the blog of ASDECON.

Capas das 8 primeiras edições do jornal "O Inca"
First 8 editions of the newspaper "THE Inca"



















Colaboração: Natalice Vaughan

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Poesia de Quinta

por Deíla Maia

Pessoal,

A Poesia de Quinta de hoje quase não sai: estou doente e meu computador de casa deu problemas...
Mas não resisti e vim aqui uns minutinhos ver meus emails e mandar uma gotinha poética a todos.
Obrigada pelo apoio e carinho de todos que têm me ligado, mandado mensagens... Puxa, até "Rádio Alegria" eu recebi hoje de manhã, de um amigo querido e me emocionei. Quando a gente adoece assim, vê o quanto se é querido. Ainda bem!!!!
E a Poesia de Quinta vai para minha amigOona!!!!! Querida, sei que vc está perto de mim, no coração.

Obrigada mesmo a todos!!!!!

Beijos,

Deíla
Serenata (Cecília Meireles)
"... Permita que eu feche os meus olhos,
pois é muito longe e tão tarde!
Pensei que era apenas demora, e cantando pus-me a esperar-te.
Permite que agora emudeça:
que me conforme em ser sozinha.
Há uma doce luz no silencio, e a dor é de origem divina.
Permite que eu volte o meu rosto
para um céu maior que este mundo,
e aprenda a ser dócil no sonho
como as estrelas no seu rumo ... "

PS: A leitura excessiva destes textos pode ocasionar dependência cultural.





Os três últimos confederados Vivos em Santarem, Brasil
Enviado por Telma Anijar-Andersen
The Three Last Confederates Alive in Santarem, Brazil Submitted

by Telma Anijar-Andersen





























A moça à esquerda é a Sarah "Sallie" Vaughan filha de James Vaughan e Elizabeth Britt (Jennings). Sarah nasceu em 1861 TN, provavelmente em Silver Springs, Wilson Co. foi casado com Sarah Elliott Fountain Pitts, o filho do Dr. Josiah H. Pitts e Martha E. Butt. Josias era o filho do famoso Rev. Fountain Pitts Elliott e Martha E. Britt do Médio Tennessee. O homem no meio é David Riker, a família foi Riker de Charleston, SC. A mulher à direita é a Martha "Mattie" Amelia Vaughan, casado nome era Machado. Ela também foi era filha de James Vaughan e Elizabeth Britt. Foto tirada em frente à Igreja Batista, na cidade de Santarém, estado do Pará, Brasil.

The lady on the left is Sarah "Sallie" Vaughan daughter of James Vaughan and Elizabeth Britt (Jennings). Sarah was born in 1861 TN, probably in Silver Springs, Wilson Co. Sarah was married to Fountain Elliott Pitts, the son of Dr. Josiah H. Pitts and Martha E. Butt. Josiah was the son of the famous Rev. Fountain Elliott Pitts and Martha E. Britt of Middle Tennessee.
The man in the middle is David Riker, the Riker family was from Charleston, SC.
The woman on the right is Martha "Mattie" Amelia Vaughan, married name was Machado. She was also the daughter of James Vaughan and Elizabeth Britt.
This was taken in front of the baptist church in the city of Santarem, state of Para, Brazil.

Quaisquer dúvidas, sugestões, correcções, e/ou informações adicionais, entre em contato com Linda CONAWAY Welden em: Linda_Welden@Vaughan-Vaughn.org
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Vamos juntar-nos no Vaughan Vaughn Re-Union. Não importa como soletra sua família, você está convidado a participar. Não importa quem são seus antepassados, você está convidado a participar. Se você está pesquisando seus antepassados, quer aprender alguma história desta ilustre família, ou apenas quer saber sobre parentes, gostaríamos que você chegasse! Não importa o quê, junte-se a nós! 19 jun - 21, 2009 Fort Smith, Arkansas (observe esta data foi alterada!) Para manter atualizado sobre planos do reencontro de participar de nosso Vaughan Vaughn Reunião. Clique AQUI! para subscrever o grupo. Visite o nosso site clicando no link abaixo! http://groups.yahoo.com/group/Vaughan-Vaughn-ReUnionPlans OU Clique AQUI para ir para a nossa Reunião ficheiros o que lhe dará informações mais detalhadas. Para quaisquer dúvidas adicionais, entre em contato com Linda_Welden@Vaughan-Vaughn.org Happy Hunting! (Ver abaixo à direita para 2008 Reunião)

Come join us at the
Vaughan Vaughn Re-Union
No matter how your family spelled it, you are invited to participate. No matter what country your ancestors are from, you are invited to attend.Whether you are researching your ancestors, want to learn some history of this illustrious family, or just wanting to meet relatives, we would like you to come!No matter what, come join us!
June 19 - 21, 2009Fort Smith, Arkansas (please note this date has been changed!)
To keep udated on the reunion plans, join our Vaughan Vaughn ReUnion Mailing list. Click HERE! to subscribe to the group.
Visit our site by clicking on the below link!
http://groups.yahoo.com/group/Vaughan-Vaughn-ReUnionPlans
OR
Click HERE to go to our ReUnion files which will give you more detailed information.
For any additional questions, contact me at
Linda_Welden@Vaughan-Vaughn.org
Happy Hunting!(see below right for 2008 reunions)

Vaughan-Vaughn-ReUnionPlans · Vaughan-Vaughn-ReUnion-2009

http://groups.yahoo.com/group/Vaughan-Vaughn-ReUnionPlans/#ans

Descrição
O Vaughan Vaun Vaughn Etc., Reunião está agendada para Junho de 19 .21., 2009.
Local do reencontro é Fort Smith Arkansas. Planos exatos ainda não foram finalizadas por isso, esteja conosco! Se quiser mais informações, visite http://www.vaughan-vaughn.org/reunionpage.htm Atendimento ao reagrupamento será limitado e as vagas estão terminando rapidamente por isso, se você quiser participar, por favor contacte-me ASAP e reserve uma vaga. todos os investigadores com quaisquer variações de ortografia Vaughan Vaughn, estão convidados a participar. Não importa o estado ou o país uqe você é, você é bem-vindo para se juntar a nós! Mesmo se você está apenas interessado em aprendizagem sobre este sobrenome ou recuperar o tempo perdido primos - Vamos junte-se a nós!

Description
The Vaughan Vaughn Vaun Etc., ReUnion is scheduled for June 19th to 21st, 2009. Location of the reunion is Fort Smith Arkansas. Exact plans have not yet been finalized so please bear with us!
If you would like more information, please visit
http://www.vaughan-vaughn.org/reunionpage.htm
Attendance to the reunion will be limited and spots are filling
up quickly so if you wish to attend, please contact me ASAP and I will
save you a spot.
ALL researchers with ANY spelling variations of Vaughan Vaughn, are invited to attend. No matter what state or country you are from, you are welcome to join us! Even if you are just interested in learing about this surname or looking to meet some long lost cousins - Come join us!!!

fonte:
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Tradução: Gerardo Von

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Diferenças entre gripe comum e Influenza A (H1N1)

T O S S E ?… PODE SER GRIPE SUÍNA!
















Desencadeada no México, a gripe mais conhecida como suína por ser transmitida por porcos, já se alastrou em vários países, mas antes de entrarmos neste contexto, vamos conhecer o vírus A/H1N1 que está causando transtornos a nós humanos.
A Gripe Suína é uma doença respiratória que começa principalmente em criadores de porcos, do tipo A que pode se alastrar rapidamente e possui uma letalidade maior.
Sua transmissão é principalmente com quem mantém contato com porcos, e transmitida via aérea, ou seja, de pessoa para pessoa. Não se contrai a doença comendo carne suína, pois o cozimento da mesma em 71° C destrói todos os vírus e as bactérias presentes na carne. E como no seres humanos, os vírus da gripe sofrem mutações, este esse vírus híbrido pode provocar o aparecimento de um novo vírus tão virulento como o da gripe aviária e tão contagioso como o da gripe humana.
Os medicamentos inicialmente indicados para este vírus são os mesmos utilizados para combate da gripe humana, o Tamiflu e o Relenza, estes devem ser tomados após o aparecimento dos primeiros sintomas da gripe que são:

- Febres altas e repentinas,
- Tosse,
- Dor de cabeça intensa,
- Dores musculares e nas articulações,
- E irritações nos olhos e nas narinas.

Mas é bom lembrar que a vacina contra a gripe humana não evita a gripe suína, os infectologistas dizem que as pessoas podem sim se vacinar, pois a imunização diminui bastante a preocupação de quem possa vir ficar gripado, e também a diminuição da circulação do vírus selvagem- da gripe comum que pode sofrer uma nova mutuação e mudar o perfil da doença.


Países infectados, pela Gripe H1N1
Pretas – mortes confirmadas
Vermelhas- Infecções confirmadas
Laranja – Infecções não confirmadas




Mais Arquivo
Categorias: Saúde, , , , ,
fonte: Wikipédia
http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2009/05/80dam0px-h1n1_map_svg.bmp&imgrefurl=http://www.blogdacomunicacao.com.br/%3Fp%3D4084&usg=__25vTMDe__72Y1QXxd0pIM2NhmkY=&h=406&w=800&sz=1269&hl=pt-BR&start=67&sig2=jgUPy787520aunnkfxTsxg&um=1&tbnid=2zamM848RRj3IM:&tbnh=73&tbnw=143&prev=/images%3Fq%3DGRIPE%2BH1N1%26ndsp%3D18%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26start%3D54%26um%3D1&ei=HZxnSquaJJHQlAfS_YnGCQ





























GRIPE INFLUENZA A (H1N1) OU SUÍNA
PERGUNTAS E RESPOSTAS QUE PODEM FAZER A DIFERENÇA:


1. Quanto tempo dura vivo o vírus suíno numa maçaneta ou superfície lisa?
Até 10 horas.
2. Quão útil é o álcool em gel para limpar-se as mãos?
Torna o vírus inativo e o mata.
3. Qual é a forma de contágio mais eficiente deste vírus?
A via aérea não é a mais efetiva para a transmissão do vírus, o fator mais importante para que se instale o vírus é a umidade, (mucosa do nariz, boca e olhos) o vírus não voa e não alcança mais de um metro de distancia.
4. É fácil contagiar-se em aviões?
Não, é um meio pouco propício para ser contagiado.
5. Como posso evitar contagiar-me?
Não passar as mãos no rosto, olhos, nariz e boca. Não estar com gente doente. Lavar as mãos mais de 10 vezes por dia.
6. Qual é o período de incubação do vírus?
Em média de 5 a 7 dias e os sintomas aparecem quase imediatamente.
7. Quando se deve começar a tomar remédio?
Dentro das 72 horas os prognósticos são muito bons, a melhora é de 100%
8. De que forma o vírus entra no corpo?
Por contato ao dar a mão ou beijar-se no rosto e pelo nariz, boca e olhos.
9. O vírus é mortal?
Não, o que ocasiona a morte é a complicação da doença causada pelo vírus, que é a pneumonia.
10. Que riscos têm os familiares de pessoas que faleceram?
Podem ser portadores e formar uma rede de transmissão.
11. A água de tanques ou caixas de água transmite o vírus?
Não porque contém químicos e está clorada
12. O que faz o vírus quando provoca a morte?
Uma série de reações como deficiência respiratória, a pneumonia severa é o que ocasiona a morte.
13. Quando se inicia o cont á gio, antes dos sintomas ou até que se apresentem?
Desde que se tem o vírus, antes dos sintomas.
14. Qual é a probabilidade de recair com a mesma doença?
De 0%, porque fica-se imune ao vírus suíno.
15. Onde encontra-se o vírus no ambiente?
Quando uma pessoa portadora espirra ou tosse, o virus pode ficar nas superfícies lisas como maçanetas, dinheiro, papel, documentos, sempre que houver umidade. Já que não será esterilizado o ambiente se recomenda extremar a higiene das mãos.
17. O vírus ataca mais às pessoas asmáticas?
Sim, são pacientes mais suscetíveis, mas ao tratar-se de um novo germe todos somos igualmente suscetíveis.
18. Qual é a população que está sendo ataca da por este vírus?
De 20 a 50 anos de idade.
19. É útil a máscara para cobrir a boca?
Existem algu mas de maior qualidade que outr a s, mas se você não está doente é pior, porque o vírus pelo seu tamanho a atravessam como se est a não existisse e ao usar a máscara, cria-se na zona entre o nariz e a boca um microclima úmido próprio ao desenvolvimento viral: mas se você já está infectado use-o para não infectar aos demais, apesar de que é relativamente eficaz.
20. Posso fazer exercício ao ar livre?
Sim, o vírus não anda no ar nem tem asas.
21. Serve para algo tomar Vitamina C?
Não serve para nada para prevenir o contagio deste vírus, mas ajuda a resistir seu ataque.
22. Quem está a salvo desta doença ou quem é menos suscetível?
A salvo não est á ninguém, o que ajuda é a higiene dentro de lar, escritórios, utensílios e não ir a lugares públicos.
23. O virus se move?
Não, o vírus não tem nem patas nem asas, a pessoa é quem o coloca dentro do organismo.
24. Os mascotes contagiam o vírus?
Este vírus não, provavelmente contagiem outro tipo de vírus.
25. Se vou ao velório de alguém que morreu desse vírus posso me contagiar?
Não.
26. Qual é o risco das mulheres grávidas com este vírus?
As mulheres grávidas têm o mesmo risco mas por dois, podem tomar os antivirais mas em caso de de cont á gio e com estrito controle médico.
27. O feto pode ter lesões se uma mulher grávida se contagia com este vírus?
Não sabemos que estragos possa fazer no processo, já que é um vírus novo.
28. Posso tomar acido acetilsalicílico (aspirina)?
Não é recomendável, pode ocasionar outras doenças, a menos que você tenha prescrição por problemas coronários, nesse caso siga tomado.
29. Serve para algo tomar antivira is antes dos síntomas?
Não serve para nada.
30. As pessoas com AIDS, diabetes, câncer, etc., podem ter maiores complicações que uma pessoa sadia se se contagiam com o vírus?
SIM.
31. Uma gripe convencional forte pode se converter em influenza?
N Ã O.
32. O que mata o vírus?
O sol, mais de 5 dias no meio ambiente, o sabão, os antivirais, álcool em gel.
33. O que fazem nos hospitais para evitar contágios a outros doentes que não têm o vírus?
O isolamento.
34. O álcool em gel é efetivo?
SIM, muito efetivo.
35. Se estou vacinado contra a influenza estacional sou inócuo a este vírus?
Não serve para nada, ainda não existe vacina para este vírus.
36. Este vírus está sob controle?
Não totalmente, mas estão tomando medidas agressivas de contenção.
37. O que significa passar de alerta 4 a alerta 5?
A fase 4 não faz as coisas diferentes da fase 5, significa que o vírus se propagou de Pessoa a Pessoa em mais de 2 países; e fase 6 é que se propagou em mais de 3 países.
38. Aquele que se infectou deste vírus e se curou, fica imune?
SIM.
39. As crianças com tosse e gripe têm influenza?
É pouco provável, pois as crianças são pouco afetadas.
40. Medidas que as pessoas que trabalham devam tomar?
Lavar-se as mãos muitas vezes ao dia.
41. Posso me contagiar ao ar livre?
Se há pessoas infectadas que t ussam e/ou espirre m perto , pode acontecer, mas a via aérea é um meio de pouco contágio.
42. Pode-se comer carne de porco?
SIM , pode e não há nenhum risco de contágio.
43. Qual é o fator determinante para saber que o vírus já está controlado?
Ainda que se controle a epidemia agora, no inverno boreal (hemisfério norte) pode voltar e ainda não haverá uma vacina.

terça-feira, 21 de julho de 2009

UM POUCO DE NOSSA HISTÓRIA

por Natalice Vaughan de Oliveira




























fonte: Jornal "O Inca" - Edição de dezembro de 1988

ANIVERSARIANTES DO MÊS DE JULHO



01 - Irene Wanghon Monteiro
04 - José Rocha Vaughan
08 - Mauricio Bouth
10 - Camila da Silva Braga
12 - Nassara Vaughan de Oliveira
17 - Sylmara Haddad Santos
25 - Chistian Tiago Costa Vaughan
Bodas - Fátima e Ronaldo (37 anos) / Terezinha e José Rocha Vaughan

segunda-feira, 20 de julho de 2009

FELIZ DIA DO AMIGO!!!


http://www.aascj.org.br/estampa/inicio-6?gclid=CKPrv4OQ5JsCFRJM5QodOT79_Q

No dia 20 de julho comemora-se o dia do amigo, uma pessoa que não tem laços consanguíneos, mas que é tão dedicado e prestativo quanto às pessoas da família.
A ideia de criação da data surgiu do dentista e professor argentino Enrique Ernesto Febbraro, pois o mesmo analisava que a partir da chegada do homem à lua, o mundo não teria mais fronteiras, deixando de existir as barreiras nos relacionamentos entre as nações, independente da raça, da ideologia ou da religião.
A amizade é conceituada como “sentimento de afeição recíproca, de simpatia e solidariedade, de perfeito entendimento entre grupos de pessoas. É um relacionamento social que gera concordância de sentimentos, posição de respeito ao outro, mesmo tendo opiniões diferentes.”
O Brasil adotou a data rapidamente, pois a população de nosso país é acolhedora, simpática e calorosa. Faz parte do perfil do povo brasileiro ser hospitaleiro e fazer muitas amizades.
Amigo é aquele que estende a mão quando precisamos, que faz críticas construtivas para que possamos crescer enquanto pessoas, que sofre com nossas angústias e com nossos problemas, mas está sempre do lado, dando forças e incentivando-nos a lutar, a não desistir dos nossos sonhos.
Precisamos ter cuidado mesmo com os chamados amigo “da onça”, aqueles que se fazem de amigos, mas que não o são, enganando os outros com sentimentos falsos, inveja e intriga. Esse “personagem foi criado pelo cartunista pernambucano Péricles de Andrade Maranhão, em 1943”, colocando seus companheiros em embaraçosas situações.

Por Jussara de Barros
Graduada em PedagogiaEquipe Brasil Escola

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Poesia de Quinta

por Deila Maia


Pessoal,
A Poesia de Quinta de hoje é incendiária, polêmica, do jeito que eu gosto.
Traz uma poesia de MAHMOUD DARWISH, considerado por muitos o maior poeta da Palestina.
Ele nasceu em 1942 e morreu há pouco tempo, em 09/08/2008. Nascido próximo à Galiléia, ele teve seu vilarejo arrasado pelas forças israelenses, na guerra de 1948 e teve que se refugiar por um ano no Líbano. Quando seus familiares voltaram para suas terras, tudo estava transformado em uma colônia agrícola israelense.
A poesia dele reflete bem a dor, o exílio, o orgulho árabe. Bem interessante.
Para quem quiser ler mais a respeito, estou enviando um anexo, com um pouco da história de vida deste poeta, que conseguiu refletir muito bem suas experiências por meio dos seus poemas. Gosto de poesias assim: verdadeiras, reais, vivas... Um retrato poético da vida!!!
A Poesia de Quinta de hoje vai especialmente dedicada ao Eduardo, este eterno defensor da causa palestina (e dos sem-teto, sem-terra, sem sem...) rsrsrsrsrs, que me introduziu nesta exótica e bela poesia.
Beijos de paz!!!!!
Deíla

“Os alemães mataram seis milhões de judeus, e apenas seis anos depois os judeus fizeram a paz com a Alemanha. Conosco, os judeus não querem a paz.”
(Rachid Hussein, poeta palestino)



“Vão! E levem daqui a morte de vocês!’
Mahmoud Darwish (1941-2008) - Poeta palestino, testemunhou a destruição de sua aldeia,
Al Birweh, durante a implantação do Estado de Israel em 1948.

Confissão de um terrorista!
Mahmoud Darwich


Ocuparam minha pátria
Expulsaram meu povo
Anularam minha identidade
E me chamaram de terrorista

Confiscaram minha propriedade
Arrancaram meu pomar
Demoliram minha casa
E me chamaram de terrorista

Legislaram leis fascistas
Praticaram odiada apartheid
Destruíram, dividiram, humilharam
E me chamaram de terrorista

Assassinaram minhas alegrias,
Seqüestraram minhas esperanças,
Algemaram meus sonhos,
Quando recusei todas as barbáries

Eles... mataram um terrorista!


PS: A leitura excessiva destes textos pode ocasionar dependência cultura

segunda-feira, 13 de julho de 2009

FOTOS DO NIVER DE 80 ANOS DE IRENE WANGHON MONTEIRO

video


Aconteceu no dia 27/06/09, na sede campestre do Cassazum, em Belém do Pará, o almoço comemorativo do aniversário de 80 anos de Irene Wanghon Monteiro.

O evento foi realizado no período das 11:00 às 18:00h e contou com a presença de filhos, netos, bisnetos, genros, noras, parentes e amigos de Irene, contando com aproximadamente 200 convidados.

A música ficou por conta da excelente dupla Dara e Diomar e os convidados deliciaram um farto churrasco acompanhado de refrigerante, cerveja e vinho.

A decoração do local ficou por conta das decoradoras Lucélia, Rosangela, Rosilene e Elizabeth. As fotografias foram tiradas pelo amigo Pantoja e a organização do evento foi de todos.

Foi realizada missa no dia do aniversário de Irene, em 01 de julho, às 19:30h, na igreja de Santo Antônio de Lisboa, com a presença de familiares e amigos.










video

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Poesia de Quinta

por Deila Maia

Pessoal,
Estou vivendo um momento tão lindo na minha vida, que não consegui pensar em outro poeta que não o meu predileto, que já foi alvo de várias Poesias de Quinta, o meu querido Fernando Pessoa, desta vez através do heterônimo de Alberto Caeiro.Tenho certeza que vocês irão gostar. Esta poesia é muito linda e reflete bem este meu momento.
Beijos
Deíla

O Amor é uma Companhia
Alberto Caeiro
O amor é uma companhia. Já não sei andar só pelos caminhos, Porque já não posso andar só. Um pensamento visível faz-me andar mais depressa E ver menos, e ao mesmo tempo gostar bem de ir vendo tudo. Mesmo a ausência dela é uma coisa que está comigo. E eu gosto tanto dela que não sei como a desejar.
Se a não vejo, imagino-a e sou forte como as árvores altas. Mas se a vejo tremo, não sei o que é feito do que sinto na ausência dela. Todo eu sou qualquer força que me abandona. Toda a realidade olha para mim como um girassol com a cara dela no meio.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Ata da reunião do dia 05 de junho de 2009


por: Maria de Fátima Santos Monteiro

Ás 20 horas do dia 05 de junho de 2009, reuniram-se na residência da sócia Nássara Vaughan os seguintes sócios da ASDECON: Ronaldo Bruno, Nássara, Miguel, Ronaldo, Élvio, José, Jacenira, Fátima, Natalice, Guilherme, Cleucy e Mauro Wanghon. O sócio Miguel fez uma explanação do demonstrativo financeiro do mês de maio. Foram arrecadados R$595,00 com mensalidades. Em 05 de maio o saldo no Banco do Brasil era de R$3750,52, de onde foram retirados R$1700,00 para a compra dos postes para energia elétrica para a sede em Benfica. O saldo anterior era de R$480,94, que somados com os R$595,00 totalizou R$1075,94. As despesas foram no valor de R$708,29, ficando um saldo de R$367,65. Em seguida foi feita a leitura da ata das reuniões anteriores que foram aprovadas por todos. Miguel trouxe a proposta do senhor que faz o serviço de roçagem, que deseja receber mensalmente R$300,00. Depois de amplamente discutido, ficou decidido que a roçagem continuaria da ser feita quinzenalmente. Jacenira sugeriu que deveríamos ser bem claros com o encarregado da limpeza para termos o cuidado de não gerar vínculos. Élvio sugeriu que sempre esteja um sócio presente nos dias de roçagem para fiscalizar e pagar o serviço, c om que todos concordaram. Miguel sugeriu que após a festa junina devemos derrubar as árvores que estão colocando em risco a segurança das casas. Todos concordaram. Miguel informou que foram comprados 5 postes de 7 metros no valor de R$190,00 cada um e 1 poste de 11 metros no valor de R$550,00, totalizando R$1500,00. A implantação dos postes custará R$250,00 e a mão de obra para furar os buracos e dar aguada de concreto custará R$250,00. O saldo no banco até o dia 05 de junho é de R$2100,52 ainda não estava computado o depósito do mês de junho feito pela CLARO. Na reunião de hoje foram arrecadados R$375,00 de mensalidades. Miguel sugeriu que os sócios voltem a levar material de limpeza para a ASDECON. A Cleucy doou R$10,00 para material de limpeza. Foi informado que Celson e Yana não poderiam participar da festa junina, então José e Mauro substituíram a canjica por bolo de macaxeira. Élvio, Bruno e Miguel providenciarão a madeira para a fogueira. Bruno providenciará os caniços e brindes para a pescaria. Ronaldo comprará 6 sacos para a corrida no saco. A Asdecon comprará um saco de balões e os ovos para a corrida do ovo na colher. Miguel e Natalice irão comprar os brindes para as brincadeiras. Bruno se comprometeu a ir até a ASDECON para verificar as condições da decoração do ano passado, se não prestar mais comprarão TNT para a Eunice fazer as bandeirinhas. O Élvio sugeriu fazer o orçamento do muro da Cleucy para a ASDECON mandar fazer e a Cleucy se comprometeu a pagá-lo. Depois acertarão de quantas vezes será pago. Miguel informou que o gerente do Banco do Brasil lhe disse que a conta da ASDECON está na eminência de ser bloqueada, assim que chegar uma auditoria, em virtude de seu estatuto não estar de acordo com as novas normas vigentes no país. O sócio Mauro se prontificou a preparar o novo estatuto. A equipe se constituirá de: Nássara, Rosi, Mauro, Celeste e Natalice, que observou que devemos fazer um estatuto o mais objetivo possível. A próxima reunião ficou marcada para 30 de junho, às 19 horas na residência da sócia Natalice. Em seguida a sócia Natalice encerrou a reunião com a oração do Divino Espirito Santo e um Pai Nosso, após ter sido franqueada a palavra e não havendo manifestação dos presentes,eu Fátima Monteirp, lavrei a presente ata que depois de lida e aprovada será assinada por todos os presentes.

Um pouco da história de Irene Wanghon Monteiro

  Irene com 10 meses de nascida  









 
Lourenço Vaughan (Pai de Irene)



Dos filhos do casal James Vaughan e Elizabeth Wilson Britt Vaughan, o que mais deixou descendentes foi Benjamin Vaughan, que casou-se com Ana Maria Serrão Nobre e tiveram 8 filhos. Lourenço Vaughan era o filho mais velho do casal (1882/1946) e o que deixou a maior prole. Casou-se bem jovem com a senhora Januária com quem teve 12 filhos.
 
Além de seus filhos de matrimônio, Lourenço Vaughan teve outros 9 filhos com a senhora Marcília Maciel. Lourenço deixou mais um filho, Lauro Braga, com a senhora Augusta Braga.

Januária sentada com Renato no colo, Orminda e Odete em pé e Irene sentada


Árvore Genealógica de Lourenço & Januária
Raimundo (Dico) (falecido), Rubim (falecido), Ramiro (falecido), Ranolfo (falecido), Renato (falecido), Otávia (falecido), Orminda (falecido), Odeth (falecido), Olinda (falecido), Ormezinda (falecido), Irene (mora em Santarém).

Árvore Genealógica de Lourenço & Marcília Cândido
Lourenço, Tereza, Helena, Elizabeth, Ezilda, Antônio (falecido), Faustino (falecido), Rafael (falecido)


Árvore Genealógica de Lourenço & Augusta 
Lauro Braga 

Irene Wanghon Monteiro (Dados biográficos) 

Irene na sua 1ª comunhão


Irene Wanghon Monteiro é uma pessoa bastante estimada e respeitada por seus famíliares e conhecidos. Pessoa humilde e decidida, mulher de grandes virtudes, generosa e imenso coração que há muito faz parte de nossas vidas. Guardiã e protetora de nossas famílias, muitas vezes agindo como anjo da guarda, impar e rara em nossos tempos.
"Mamãe", como falam seus filhos, "Vó", como dizem seus netos e bisnetos ou simplismente "Dona Irene", como chamam a maioria dos amigos e pessoas mais próximas, é uma mulher firme e carente ao mesmo tempo. Por tudo que ela conquistou e conseguiu realizar até hoje e se Barack Obama disse há pouco tempo atrás para o mundo que "Lula é o cara!", então tranquilamente podemos afirmar que "Dona Irene é a Mulher!".
Irene Wanghon Monteiro, filha de Lourenço e Januária Vaughan, nasceu na cidade de Santarém, no dia 1º de julho de 1929. Devido as grandes dificuldades da época e aos desmandos familiares, só teve oportunidade de estudar o primário na escola Isolda da Aldeia, em Santarém.


Gerardo Monteiro

Em 1946, contando com apenas 16 anos de idade, casou-se com Gerardo Monteiro, com quem teve 9 filhos: Ronaldo, Reinaldo (falecido), Reginaldo, Regina, Rosalba (falecida), Rosilda, Rosangela, Rosilene e Gerardo Monteiro Filho.






Irene com Ronaldo no colo

Em 1967, com apenas 37 anos de idade ficou viúva, tendo que enfrentar as mais variadas privações para poder criar seus 9 filhos ( o mais velho com 17 anos e o mais novo com 06 anos) e numa coragem arrojada, transferiu-se para Belém em 1968, com toda a turma, exclusivamente para poder dar melhor formação educacional e propiciar novas oportunidades de vida para seus filhos.

Durante sua permanência em Belém, apesar de todas as das dificuldades encontradas, conseguiu sustentar honestamente sua família. Passou muitas noites em claro, acordada fazendo crochê e serviços de artesanato para vender. Viajou muitas vezes de navio até Manaus para comprar artigos da zona franca e revender em Belém. Nunca permitiu que seus filhos trabalhassem fora de casa durante o período em que estudavam. 
Irene ajudou muita gente em Santarém e em Belém. Quando ainda morava em Santarém, foi por muitos anos voluntária e deu apoio aos moradores do asilo de leprosos próximo do hospital do SESP e de pessoas vindas da colônia.

Em Belém, recebeu em sua humilde casa alguns parentes e amigos vindos de Santarém e de outros lugares que na época precisaram contar com a ajuda de uma mão amiga na capital.

Irene sentada (acima) e Ronaldo, Reinaldo e Reginaldo sentados (abaixo)

A Dona Irene, como a maioria dos parentes, amigos e vizinhos conhecem, sempre pareceu uma mulher firme e decidida. Muitas vezes parecia durona em suas decisões pois tinha que fazer o papel de mãe e pai ao mesmo tempo mas no fundo, por trás daquela grande muralha, escondia-se um generoso, imenso e carente coração que também necessitava de atenção e carinho. 





Irene com Reinaldo, Regina, Reginaldo e Ronaldo

Pela sua grande dinâmica, objetividade e poder de congregar e unir diversos seguimentos da família, juntamente com alguns outros membros da família, ajudou a fundar em 1987 (?) a ASDECON (Associação de Descendente de Confederados Americanos) que até hoje, 22 anos após sua fundação, continua firme e forte desempenhando um importante papel para manter as raízes e tradições da familia Vaughan-Jennings.


Irene é uma mulher eclética em quase tudo que faz e mesmo com toda a sua ocupação e trajetória, ainda arranjou tempo para participar de encontros da melhor idade, passeios e viagens em grupo e conheceu diversos lugares do Brasil e até do exterior como Uruguai, Paraguai e EUA.

Hoje, acreditamos que se considere uma mulher e mãe realizada, pois todos os obstáculos foram suplantados e seus 9 filhos foram bem encaminhados na vida, dando assim continuidade ao “clã” Vaughan-Jennings. 
Colaboração: Natalice Vaughan e Gerardo Monteiro Filho

Bandeira da ASDECON

Bandeira da ASDECON
ASSOCIAÇÃO DOS DESCENDENTES DE CONFEDERADOS AMERICANOS NA AMAZÔNIA

Brasão da família Vaughan

Brasão da família Vaughan

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ESCLARECIMENTO / EXPLICATION

Esclarecemos que em função de erros cometidos por ocasião das escriturações nos cartórios de Santarém, durante os registros de nascimentos, diversas famílias de origem confederada (Wallace, Hennington, Rhome, Pitts, Riker, Vaughan, Jennings, etc...) tiveram seus nomes escriturados de forma errada.
A família VAUGHAN, por exemplo, assumiu algumas formas diferentes de escrituração: Vaughon, Waughan e Wanghon.
Recentemente alguns descendentes da família VAUGHAN e de outras famílias, com o auxílio de advogados e seguindo as árvores genealógicas, efetuaram as correções devidas nos cartórios locais e passaram a escrever corretamente os seus nomes.
Devido a pronúncia do nome VAUGHAN ser diferente da forma que é escrita, alguns descendentes passaram a adotar a denominação de “Von”, mas tão somente para facilitar o entendimento da leitura, sem alterar a forma de registro.

We clarified that in terms of errors committed during the notary records in Santarém, in the records of births, several families of confederates (Wallace, Hennington, Rhome, Pitts, Riker, Vaughan, Jennings, etc ...) had their names entered in wrong. The family VAUGHAN, for example, took a few different ways to book: Vaughon, Waughan and Wanghon. Recentemente VAUGHAN some descendants of the family and other families with the help of lawyers and following the tree, made the necessary corrections in notary places and began to write their names correctly. Due to the pronunciation of the name VAUGHAN be different from the way it is written, some descendants moved to adopt the name of "Von", but only to facilitate the understanding of reading, without changing the way of record.