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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Inauguração do Parque Ecológico do Município de Belém

Aconteceu na manhã desta quinta-feira (30), a inauguração do Parque Ecológico do Município de Belém (PEMB). O parque foi criado pela Lei Municipal 7.539/91 e fica localizado entre os conjuntos habitacionais Presidente Médici II e Bela Vista. Com uma área de aproximadamente 44,06 há, - o equivalente a 115 campos de futebol – o Parque Ecológico se divide entre os bairros de Val-de-Cans e Marambaia e é cortado em toda sua extensão pelo canal de São Joaquim, além de abrigar o igarapé do Burrinho. O parque terá uma entrada pela nova avenida Independência, em frente do conjunto Bela Vista, e outra pela rua Paragominas, no conjunto Medici II. Foram construídas trilhas em estivas (nas áreas alagadas), um mirante, casa administrativa, lanchonete, espaço cultural e pórticos de entrada do parque.

O Parque Ecológico de Belém é uma ampla área de mata virgem, transformada em bosque e totalmente cercada e adpatada para proteger a fauna, a flora e os usuários do local. É possível ver no parque, soltos pelas árvores, pequenos macaquinhos e outras espécies da fauna local.

Aos que estiverem interessados em visitar o parque, as linhas de ônibus Medici-Centro e Sacramenta-Nazaré passam bem em frente ao PEMB.

O novo espaço é uma importante obra pública realizada em conjunto pela prefeitura de Belém e governo do estado. A inauguração foi um evento simples e contou com a presença de algumas autoridades e alunos de escolas de Belém.

A obra preenche uma antiga reivindicação de moradores dos conjuntos Medici II, Bela Vista e localidades próximas. Essa área verde poderá ser usado em breve pela população de Belém para educação ambiental, visitação, pesquisa e eventos culturais.

A capital paraense conta agora com três grandes parques de visitação pública e preservação ambiental: Parque Zoobotânico de Belém (Bosque Rodrigues Alves), Museu Emílio Goeldi e Parque Ecológico de Belém.

Poesia de Quinta

Pessoal,
A Poesia de Quinta de hoje faz uma interessante reflexão sobre o amor, a paixão... Até que ponto ela depende de nós e até que ponto ela depende de fatores externos para acontecer? Fala de um lado ativo da paixão, aquele que planta as sementes, lança-as na terra, rega, cuida, mas que o germinar, o crescer, o florescer... Ah, estes aí independem apenas das próprias mãos de quem os plantou. Bem, não vou escrever mais para não estragar o deleite de vocês com este belo poema, escrito por uma amiga minha, de longa data, que é música, maranhense e que eu desconhecia sua faceta de poetisa: TANIA REGO. Tânia, parabéns e lhe dedico carinhosamente o Poesia de Quinta de hoje.
Beijos
Deíla
Lavrando a terra
Tânia Rego
A paixão me chegou como um raio.
Aqui, vendo as ondas quebrarem
e os navios pacíficos em seu desígnio no horizonte vão
penso sobre o instante.
Aquele exato e irreconhecível em que te vi.
E que você também me viu, do jeito que o poeta cantou.
Uma total novidade cravada no antigo e velho mundo,
uma busca de reconhecimentos e táteis palavras,
parque de diversão no largo da igreja e todos os cheiros bons da memória.
Falo da certeza de que não basta esse desatino das vísceras nem mesmo essa paralisia de narciso.
Do mesmo modo em que planto sementes de melancia, com carinho, cuidado e zelo, para que a rama se expanda, o fruto rompa e dê a mim o seu sabor, desejo ir em frente.
Sabendo, no entanto, que muito depende da água e do sol que escorrem e não pertencem a mim, nem as minhas mãos.
PS: A leitura excessiva destes textos pode ocasionar dependência cultural.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Poesia de Quinta

Pessoal,
Esta poesia de hoje surgiu de uma brincadeira despretensiosa, na verdade, um "desafio poético" entre mim e um amigo poeta, Cleyton Sousa. Estávamos nós no Bar do Léo, batendo papo e curtindo as lindas músicas de lá, quando de repente, ele pegou um guardanapo, escreveu um verso e passou para mim, em tom de desafio...
Aí eu não me fiz de rogada e escrevi um outro verso. Voltou para ele, voltou para mim e assim.... surgiu esta poesia, que agora compartilho com vocês. Espero que gostem.
Beijos
Deíla

SENTIMENTO DOS SONHOS
São Luís, 22 de agosto de 2010.
Bar do Léo
Cleyton Sousa e Deíla Maia

Não acredito em sonhos
Na verdade, eu sonho que não acredito em sonhos
Ou numa crença que me faz sonhar
Ou num sonho que me faça acreditar
Como brincar de fazer desenhos em nuvens
E vê-las se precipitarem em lágrimas
E vê-las se precipitarem em sonhos Sonhos que não acreditam ser sonhos

PS: A leitura excessiva destes textos pode ocasionar dependência cultural.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Poesia de Quinta

Pessoal,
A Poesia de Quinta de hoje é um tanto quanto nostálgica, mas muito bonita, lembrando uma velha "amiga"minha (sim, eu usei e muito!!!): a máquina de escrever!
Ofereço a Poesia de Quinta de hoje carinhosamente à minha mãe, que me enviou esta poesia.
beijos
Deíla

A Máquina de Escrever
Giuseppe Ghiaroni

Mãe, se eu morrer de um repentino mal, vende meus bens a bem dos meus credores: a fantasia de festivas cores que usei no derradeiro Carnaval.

Vende ese rádio que ganhei de prêmio por um concurso num jornal do povo, e aquele terno novo, ou quase novo, com poucas manchas de café boêmio.

Vende também meus óculos antigos que me davam uns ares inocentes. Já não precisarei de duas lentes para enxergar os corações amigos.

Vende , além das gravatas, do chapéu, meus sapatos rangentes. Sem ruído é mais provável que eu alcance o Céu e logre penetrar despercebido.

Vende meu dente de ouro. O Paraíso requer apenas a expressão do olhar. Já não precisarei do meu sorriso para um outro sorriso me enganar.

Vende meus olhos a um brechó qualquer que os guarde numa loja poeirenta, reluzindo na sombra pardacenta, refletindo um semblante de mulher.

Vende tudo, ao findar a minha sorte, libertando minha alma pensativa para ninguém chorar a minha morte sem realmente desejar que eu viva.

Pode vender meu próprio leito e roupa para pagar àqueles a quem devo. Sim, vende tudo, minha mãe, mas poupa esta caduca máquina em que escrevo.

Mas poupa a minha amiga de horas mortas, de teclas bambas,tique-taque incerto. De ano em ano, manda-a ao conserto e unta de azeite as suas peças tortas.

Vende todas as grandes pequenezas que eram meu humílimo tesouro, mas não! ainda que ofereçam ouro, não venda o meu filtro de tristezas!

Quanta vez esta máquina afugenta meus fantasmas da dúvida e do mal, ela que é minha rude ferramenta, o meu doce instrumento musical.

Bate rangendo, numa espécie de asma, mas cada vez que bate é um grão de trigo. Quando eu morrer, quem a levar consigo há de levar consigo o meu fantasma.

Pois será para ela uma tortura sentir nas bambas eclas solitárias um bando de dez unhas usurárias a datilografar uma fatura.

Deixa-a morrer também quando eu morrer; deixa-a calar numa quietude extrema, à espera do meu último poema que as palavras não dão para fazer.

Conserva-a, minha mãe, no velho lar, conservando os meus íntimos instantes, e, nas noites de lua, não te espantes quando as teclas baterem devagar.

sábado, 4 de setembro de 2010

XIV Feira Pan-Amazônica do Livro

Tendo reunido 510 mil pessoas durante dez dias de evento em 2009, a décima quarta edição da Feira Pan-Amazônica do Livro promete mais surpresas para o público, dessa vez viajando pela riqueza cultural africana dos países que falam português. Com o tema “África: povo que fala português”, a Feira terá como patrono o paraense Bruno de Menezes, que teve uma obra intimamente ligada ao africanismo e à cultura negra no Brasil.

Período: 27 de agosto a 5 de setembro.
Abertura Oficial: 27 de agosto, às 18h
Objetivos: Para esta nova edição são esperadas muitas novidades e a presença de várias personalidades literárias e shows com grande atrações. Atualmente a Feira é a terceira maior do Brasil e vem crescendo ao longo dos anos.

Visitação: 10h às 22h
Shows principais no deck: 22h
Realização: Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia em parceria com a Secretaria de Cultura - Secult e Governo do Estado.

Informações: (91) 3344-0100, 3344-0106 e através do email feiradolivro2010@gmail.com
http://www.feiradolivro.pa.gov.br/

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Poesia de Quinta

Pessoal,
A Poesia de Quinta de hoje fala de desapego, de encerrar ciclos, de viver o presente e quando acabar, mudar de página... Bem bonita. A autora é uma poetisa austríaca chamada Ingeborg Bachmann, autora do romance "Malina", que saiu no Brasil. Recebi esta poesia do meu amigo médico e advogado lá do Rio, Roberto Lana, a quem dedico com carinho. Ele se lembrou de São Luís, com esta poesia. Eu também. E também me lembrou aquela cena muito engraçada da rainha Carlota Joaquina (no filme da Carla Camuratti), que ao sair daqui do Brasil, jogou ao mar todos os seus sapatos.
Beijos
Deíla


Canções de uma Ilha
Ingebor Bachmann
Quando alguém vai embora, tem que jogarao mar o chapéu com as conchasque juntou durante o verãoe ir-se com o cabelo ao vento,tem que lançar ao mara mesa que pôs para seu amor,tem que despejar no maro resto de vinho que ficou no copotem que dar aos peixes seu pãoe misturar no mar uma gota de sangue,tem que enfiar bem sua faca nas ondase afundar sapato,coração, âncora e cruz,e ir-se com o cabelo ao vento!Então, regressará.Quando?Hã! Não perguntes.


PS: A leitura excessiva destes textos pode ocasionar dependência cultural.

Bandeira da ASDECON

Bandeira da ASDECON
ASSOCIAÇÃO DOS DESCENDENTES DE CONFEDERADOS AMERICANOS NA AMAZÔNIA

Brasão da família Vaughan

Brasão da família Vaughan

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ESCLARECIMENTO / EXPLICATION

Esclarecemos que em função de erros cometidos por ocasião das escriturações nos cartórios de Santarém, durante os registros de nascimentos, diversas famílias de origem confederada (Wallace, Hennington, Rhome, Pitts, Riker, Vaughan, Jennings, etc...) tiveram seus nomes escriturados de forma errada.
A família VAUGHAN, por exemplo, assumiu algumas formas diferentes de escrituração: Vaughon, Waughan e Wanghon.
Recentemente alguns descendentes da família VAUGHAN e de outras famílias, com o auxílio de advogados e seguindo as árvores genealógicas, efetuaram as correções devidas nos cartórios locais e passaram a escrever corretamente os seus nomes.
Devido a pronúncia do nome VAUGHAN ser diferente da forma que é escrita, alguns descendentes passaram a adotar a denominação de “Von”, mas tão somente para facilitar o entendimento da leitura, sem alterar a forma de registro.

We clarified that in terms of errors committed during the notary records in Santarém, in the records of births, several families of confederates (Wallace, Hennington, Rhome, Pitts, Riker, Vaughan, Jennings, etc ...) had their names entered in wrong. The family VAUGHAN, for example, took a few different ways to book: Vaughon, Waughan and Wanghon. Recentemente VAUGHAN some descendants of the family and other families with the help of lawyers and following the tree, made the necessary corrections in notary places and began to write their names correctly. Due to the pronunciation of the name VAUGHAN be different from the way it is written, some descendants moved to adopt the name of "Von", but only to facilitate the understanding of reading, without changing the way of record.