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sábado, 26 de setembro de 2009

CRUZ VERMELHA - FILIAL PARÁ


Quem somos

A Cruz Vermelha no Estado do Pará teve seu início no governo do Major Magalhães Barata, na década de 30. Durante seu governo desenvolveu a Política de Assistência de forma assistencialista, voltada para os pobres, atendendo as carências mais emergenciais da população como: Alimentação, Habitação, Saúde e Educação, ou seja, procurou “resgatar esta concepção na reflexão sobre mínimos sociais” (Sposat, 1997: 19), especialmente para as classes mais desfavorecidas, que não tinham oportunidadede acesso aos serviços básicos (saúde, educação, etc...) o que foi fundamental para a classe pobre.
Leia mais...
http://www.cruzvermelhapara.org/web/index.php?option=com_content&view=frontpage&Itemid=54

Voluntários
O Voluntário é a pessoa que coopera com a Instituição de diversas formas, sem procurar lucro ou recompensa, mas com a convicção de que age para o bem da comunidade, procurando, com isso, alguma satisfação. Neste sentido, a Cruz Vermelha acolhe e encoraja o oferecimento de pessoas que desejem, voluntariamente, colaborar com a Instituição. O Voluntariado assume, neste contexto, uma posição de suma importância, transversal, apoiando projetos e ações que se desenvolvem a diferentes níveis da Cruz Vermelha.

Cruz Vermelha - Pará
Leonardo da Silva Campina , 13 anos, estudante do Colégio Sophos, tornou-se membro efetivo da Cruz Vermelha Brasileira, filial Pará, após concluir o Curso de Formação para Voluntários realizado em agosto passado tendo obtido excelente aproveitamento nos assuntos teóricos e nas aulas práticas de salvamento, atendimento pré hospitalar e atendimentos de emergência nos mais diversos casos onde a Cruz Vermelha é chamada a intervir. O desejo de ser um integrante da Cruz Vermelha já era antigo , pois o meu irmão Rodrigo Campina,16 anos , também aluno do Sophos já é membro efetivo do grupo paraense , todavia, eu com idade abaixo dos treze anos, ainda não poderia participar. Esperei ansiosamente para atingir a idade mínima sempre com o pensamento voltado para ajudar aquelas pessoas necessitadas de apoio de nós voluntários . Ser um voluntário da Cruz Vermelha é, acima de tudo, estar sempre pronto a ajudar nossos semelhantes, disposto até, em muitas ocasiões, a deixar nossas brincadeiras e o nosso lazer para ajudar onde quer que sejamos convocados . Somos voluntários sempre de plantão, trabalhamos por prazer e com elevada dose de solidariedade. Nossa prova de fogo é sem duvidas o Círio de NS de Nazaré e todas as suas procissões onde a Cruz Vermelha mobiliza quase 3.000 voluntários e uma grande estrutura de apoio. Ressalte-se que o governo estadual e o municipal em nada ajudam a Cruz Vermelha. Para realizar nossas missões, sempre contamos com ajuda de pessoas também solidárias oferecendo-nos água , lanche e materiais de primeiros socorros. Nossos pais Jacyntho e Sandra nos dão total apoio, proporcionando-nos condições para sempre estarmos a disposição quando escalados para um evento seja ele social, esportivo ou situação de emergência como aconteceu com as cheias do baixo amazonas onde trabalhamos na captação e preparação de donativos para os desabrigados.
por: Leonardo e Rodrigo Campina

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Poesia de Quinta

por: Deíla Maia

Pessoal,
No último domingo, vivi uma experiência muito diferente, marcante, inesquecível: RAPPEL!!!Recebi o convite inusitado, de forma bem casual, inesperada. E o desejo de ir superou tudo...Mesmo bastante ocupada, dei um jeito de ter tempo de vivenciar isso...E não me arrependi.Afinal, são as emoções que fazem a vida valer a pena. Ofereço a Poesia de Quinta de hoje à minha amiga Andressa, com quem tenho "identificação de alma" e que me acompanhou nesta insólita aventura.
Beijos

Deíla
RAPPEL
Deíla Barbosa Maia
São Luís, 20 de setembro de 2009.

Atirar-me no vazio, no nada...Sair da minha “zona de conforto”Abandonar a solidez e as “certezas”...Para levitar na fluidez, no desconhecido
Exige muita ousadia e coragem,
Capacidade de superação, Possibilidade de romper os próprios limites
E aceitar o convite para conhecer o novo,
O incerto... O fugaz! Senti um medo ENORME ao me aproximar
Da fronteira entre o conhecido e o desconhecido
Confiar, deixar para trás minhas barreirasE mergulhar no insólito
Não foi nada fácil!!! E, de repente, eu me vi presa por uma corda
Livre no vazio, solta, leve, feliz
E percebi que o rappel é como a vida
Em que controlamos nossas escolhas,
Descendo mais rápido, mais devagar, parando...
Sem nunca poder voltar
Porque, como dizia Cazuza, “O tempo não pára”E a vida não volta
Cada momento é único, mágico, precioso. Eu me dei conta igualmente
Que não estamos sozinhos nesta vida
Há sempre pessoas acima e abaixo, Ao lado também, Que nos ajudam, orientam, estimulam, amparam
Só que é a gente que escolhe o destino.
E a velocidade da “descida”
Está literalmente em nossas mãos.
Se vamos viver “com emoção” ou “sem emoção”
De frente, de costas ou mesmo de cabeça para baixo
A decisão é nossa! Escolhi sentir a adrenalina
Experimentar uma emoção diferente
Que tomou conta de todo o meu corpo,
Minha mente e me deu novas idéias.
O sentimento é indescritível em palavras
Assim como a vida...

PS: A leitura excessiva destes textos pode ocasionar dependência cultural.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Poesia de Quinta

por: Deíla Maia
Pessoal
Mais uma vez, vou usar meu poeta predileto para fazer uma reflexão importante sobre as amizades...Os "irmãos" que escolhemos ter, os companheiros para todas as horas, para falar bobagens, para desabafar, rir, chorar, sonhar...Um beijo ENORME a todos os meus amigos, próximos, distantes, mas sempre no meu coração.
Beijos
Deíla
PS: A leitura excessiva destes textos pode ocasionar dependência cultural.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Assembléias na ASDECON

A ASDECON realizou AGE (Assembléia Geral Extraordinária) no último dia 10/09, quinta-feira, na residência da associada Nassara, para discutir sobre a reformulação do Estatuto conforme exigências de Lei.
No domingo, 13/09, a ASDECON realizou sua reunião mensal de diretoria na sede campestre de Benfica.
Na reunião foram discutidos diversos assuntos der interesse da associação. A tesoureira Roseane, esposa do presidente da ASDECON, Ronaldo Bruno, solicitou o seu afastamento da função de tesoureira devido assuntos profissinais pois irá viajar para a Europa afim de realizar Doutorado específico de sua profissão. Por unaminidade, o associado Mauro Wanghon, filho do Zé, foi nomeado como novo tesoureiro da associação.
Após a reunião todos os presentes se reuniram para compartilhar um farto almoço e bater aquele papo descontraido e informal.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Um pouco de nossa história

por: Natalice Vaughan (postado do jornal "O Inca")



Poesia de Quinta

por: Deíla Maia

Pessoal
A Poesia de Quinta de hoje eu li na minha Revista Vida Simples de setembro/2009 e traz o trabalho de um maranhense criado no Rio, RONALDO COSTA FERNANDES. O autor nasceu em 1952, é doutor em literatura pela Universidade de Brasília (UnB) e é autor de diversos livros, dentre eles o seu mais recente A Máquina das Mãos (Editora 7 Letras), de onde foi extraída esta poesia. Ofereço a Poesia de Quinta de hoje para a minha querida Grace (ela bem sabe os motivos!!!).
Beijos descansados!!!!
Deíla
FÉRIAS
Ronaldo Costa Fernandes


Aqui, quieto em meu canto,
sem mexer-me, olhando a luz higiênica do sol,
penso na inutilidade cansativa de malas e hotéis
para divertir-me nas férias estrangeiras.
Não, só preciso da vontade,
nem sempre firme,
um vento estradeiro,
um alarde distante de pássaros
e nada além do meu corpo.

PS: A leitura excessiva destes textos pode ocasionar dependência cultural.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLÉIA GERAL


Twenty-year adventure in the Tapajos Gold Mines



When I was still working with Joe Jackson on Thief at the End of The World, when he mentioned that a book about Garimpos would be a good idea. Months later when I was printing my book I bumped on Mr. Elval Rabello's book. It tells his pioneering adventures in the upper Tapajos river. The book is composed of some 18 stories he tells in a laconic and enthusaistic way. I started translating it a month or so into English, so that more people can read such amazing stories. Joe Jackson suggested that we should write his biography based on this very book. It is going all right. Beatiful, I am suspitious but finally another great book about my region and people is coming out. I can hardly wait to get it finished.

Eu ainda estava trabalhando com Joe Jackson, em Thief at the End of The World, quando ele mencionou que um livro sobre Garimpos seria uma boa idéia. Meses mais tarde, quando eu estava imprimindo meu livro eu cruzei no livro de Mr. Elval Rabello. Ela conta suas aventuras pioneiras no rio Tapajós. O livro é composto por cerca de 18 histórias que ele conta de forma lacónica e entusiástica. Comecei a traduzí-lo em Inglês, para que mais pessoas possam ler essas histórias surpreendentes. Joe Jackson sugeriu que deveriamos escrever sua biografia com base neste livro. Está indo tudo bem. Lindo, estou finalizando outro grande livro sobre a minha região e o povo está nele. Mal posso esperar para obtê-lo concluído.

Gil Serique - Referências


"Estou com uma fila de livros aguardando a vez de serem lidos e apreciados. O primeiro é "East to the Amazon" (A Leste da Amazônia), de John Blashford-Snell e Richard Snailham. O Segundo, "Drowning World – a novel of the commonwealth" (Mundo Alagado – uma novela do bem-estar-comum), do autor de bestsellers Alan Dean Forster. O ultimo, "The Thief at the End of the World – Rubber, Power and the Seeds of Empire" (O ladrão no Fim do Mundo – Borracha, Poder e as Sementes do Império), de Joe Jakson, autor do incrível trabalho de pesquisa de "World in Fire" (Mundo em Fogo) que li e comentei recentemente.
O que estas três obras têm em comum? Todas fazem referencias ao nome de conterrâneo muito especial, Gil Serique.
"East to the Amazon", para meu gosto literário e preferências por informações científicas, dentre as três obras a menos interessante, relata como, em maio de 2001, John Blashford-Snell e sua equipe partiram através da densa floresta tropical da Bolívia em busca do Grande Paititi, a mística terra que os conquistadores espanhóis denominaram El Dorado, e dos segredos de suas rotas de comércio para o Velo Mundo. Os aventureiros percorreram rios perigosos em jornadas incríveis em pleno coração da Amazônia, onde encontraram e obtiveram ajuda de Flávio e Gil Serique.

"Drowning World" é uma obra de ficção científica - sobre Fluva, imaginário planeta onde chove o ano todo, exceto um mês - dedicada por Alan Dean Forster a Gil Serique por causa de... "Mamirauá, a floresta inundada, onde vimos a preguiça de três dedos, o boto rosa e o elusivo macaco uacari branco. A força do Iguaçu. A cerimônia do candomblé nas favelas de Salvador. Os grandes jacintos azuis do Piauí. Os pássaros de Itatiaia. A observação de capivaras e jacarés. A estupenda festa gastronômica no pequeno restaurante de Tefé. O licor caseiro de maracujá no Dia das Mães na Bahia. O mercado de Manaus e os sorvetes que tomamos lá e em Barreiras. E, o mais memorável, nadar com lontras gigantes no Pantanal.
De todos, "The Thief at the End of the World" me parece a obra mais importante, quer pelo primoroso trabalho de pesquisa – para a qual contribuíram, entre outros, meus amigos Cristovam Sena e Elcio Amaral - quanto por se tratar de assunto pertinente a Santarém. Joe Jackson narra a estória de Henry Wickham, que se aventurou pelas escuras florestas da Venezuela e do Brasil, das quais emergiu com setenta mil sementes de seringueira, obtidas ilegalmente, o primeiro caso de bio-pirataria em massa da era moderna. O autor enviou a Gil Serique um exemplar com a seguinte dedicatória: "Gil, I couldn't have writted this without you, pal. It's as much your book as it is mine. Best, your friend, Joe Jackson (Gil, eu não poderia ter escrito isto sem ti, meu chapa. Este livro é tão teu quanto meu. Tudo de bom, teu amigo, Joe Jackson." .... Gil Serique - Referências /Sebastião Imbiriba

Igreja da Sé é restaurada e reaberta aos fiéis de Belém

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Poesia de Quinta

por: Deíla Maia

Pessoal
A Poesia de Quinta de hoje vai com uma reflexão bem humorada sobre ecologia, a sobrevivência do nosso planeta. Esta poesia foi feita por Nayhara Costa, de Vila Velha no Espírito Santo e pode ser adquirida também na forma de camiseta, no site http://www.redbug.com.br/, onde também constam várias outras camisetas divertidas.
A poesia de hoje vai especialmente dedicada ao meu querido afilhado Ian, que representa esta futura geração que irá ter que gerenciar a atual situação do meio ambiente e inovar em busca de soluções criativas para que consigamos viver em um planeta melhor.
Beijos
Deíla
PLANETA TERRA
Nayhara Costa

Perdido no espaço, como um pêndulo brilhoso
La vai nosso planetinha, tão vivo, tão cheio...
Abarrotado de gente e bicho e planta por todos os lados...
Não deveria estar indo para um caminho tão ruim.
Esta mesma gente que bebe a água, que usa a terra, que respira o ar
Tem negligenciado a vida por ganância e dinheiro,
Algo tão passageiro...
Teremos que ficar sem água pra descobrir a importância de preservar?
Esperaremos que tudo se acabe, sem planta, sem bicho, sem ar?
Repensaremos nossas atitudes agora ou só quando tudo acabar?
Resta ainda alguma esperança que não nos obrigue a
Abandonar....?

PS: A leitura excessiva destes textos pode ocasionar dependência cultural.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Pousada dos Garrafões na Ilha de Mosqueiro (PARÁ)

VISITE A POUSADA DOS GARRAFÕES, ONDE A NATUREZA É O NOSSO CARTÃO DE VISITA.









PAZ, TRANQUILIDADE E DIVERTIMENTO VOCÊ ENCONTRA AQUI. FICA NAS MARGENS DO RIO PARÁ, NA PRAIA DE BAIA DO SOL, ILHA DO MOSQUEIRO, PRAIA PARTICULAR DE ÁGUA DOCE COM ONDAS DE MAR, CERCA DE 70 Km DE BELÉM, ACESSO PELA ESTRADA DO IPIXUNA. É SÓ SEGUIR OS POSTES DA REDE ELÉTRICA COM FAIXAS PINTADAS EM AMARELO.
O CHALÉ É CLIMATIZADO E AQUI VOCÊ É O NOSSO MAIOR TESOURO.

CONTATO:
(091) 9942-3893 OU 8130-6657 (ORMEZINDA - ORMÊ)

ORKUT:

Bandeira da ASDECON

Bandeira da ASDECON
ASSOCIAÇÃO DOS DESCENDENTES DE CONFEDERADOS AMERICANOS NA AMAZÔNIA

Brasão da família Vaughan

Brasão da família Vaughan

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ESCLARECIMENTO / EXPLICATION

Esclarecemos que em função de erros cometidos por ocasião das escriturações nos cartórios de Santarém, durante os registros de nascimentos, diversas famílias de origem confederada (Wallace, Hennington, Rhome, Pitts, Riker, Vaughan, Jennings, etc...) tiveram seus nomes escriturados de forma errada.
A família VAUGHAN, por exemplo, assumiu algumas formas diferentes de escrituração: Vaughon, Waughan e Wanghon.
Recentemente alguns descendentes da família VAUGHAN e de outras famílias, com o auxílio de advogados e seguindo as árvores genealógicas, efetuaram as correções devidas nos cartórios locais e passaram a escrever corretamente os seus nomes.
Devido a pronúncia do nome VAUGHAN ser diferente da forma que é escrita, alguns descendentes passaram a adotar a denominação de “Von”, mas tão somente para facilitar o entendimento da leitura, sem alterar a forma de registro.

We clarified that in terms of errors committed during the notary records in Santarém, in the records of births, several families of confederates (Wallace, Hennington, Rhome, Pitts, Riker, Vaughan, Jennings, etc ...) had their names entered in wrong. The family VAUGHAN, for example, took a few different ways to book: Vaughon, Waughan and Wanghon. Recentemente VAUGHAN some descendants of the family and other families with the help of lawyers and following the tree, made the necessary corrections in notary places and began to write their names correctly. Due to the pronunciation of the name VAUGHAN be different from the way it is written, some descendants moved to adopt the name of "Von", but only to facilitate the understanding of reading, without changing the way of record.