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domingo, 19 de janeiro de 2014

A saga brasileira dos confederados

Obra traz imagens e documentos de norte-americanos que migraram para o País2


Por: Pablo Pereira - O Estado de S.Paulo

A história dos confederados norte-americanos, que perderam a Guerra Civil da Secessão nos EUA, no século 19, e migraram para as matas amazônicas brasileiras como soldados da borracha, vai ganhar um novo livro. Os pesquisadores norte-americanos Gary John Neeleman e Rose Maurine Neeleman preparam para os próximos meses o lançamento de The Confederate Migration to Brazil (título provisório) contando a odisseia dos compatriotas no Hemisfério Sul após o fim da guerra, em 1865.

Usando documentos do Senado dos EUA e imagens inéditas no Brasil, feitas por fotógrafos norte-americanos, Gary e Rose planejam mostrar como os confederados migraram e se espalharam pelo País, chegando a formar comunidades que deram origem a cidades como Americana, em São Paulo, e Santarém, no Pará. "Com essa obra, avançamos para uma trilogia que pretendemos fazer com Trilhos na Selva (Bei, 2010) e um outro livro que preparamos para 2013, sobre os soldados da borracha", afirma a pesquisadora Rose Neeleman.

Casal de ex-confederados na amazônia brasileira. Dana B. Merril/Acervo Fundação Biblioteca Nacional, reprodução do livro Trilhos na Selva (Gary e Rose Neeleman)

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Bandeira da ASDECON

Bandeira da ASDECON
ASSOCIAÇÃO DOS DESCENDENTES DE CONFEDERADOS AMERICANOS NA AMAZÔNIA

Brasão da família Vaughan

Brasão da família Vaughan

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ESCLARECIMENTO / EXPLICATION

Esclarecemos que em função de erros cometidos por ocasião das escriturações nos cartórios de Santarém, durante os registros de nascimentos, diversas famílias de origem confederada (Wallace, Hennington, Rhome, Pitts, Riker, Vaughan, Jennings, etc...) tiveram seus nomes escriturados de forma errada.
A família VAUGHAN, por exemplo, assumiu algumas formas diferentes de escrituração: Vaughon, Waughan e Wanghon.
Recentemente alguns descendentes da família VAUGHAN e de outras famílias, com o auxílio de advogados e seguindo as árvores genealógicas, efetuaram as correções devidas nos cartórios locais e passaram a escrever corretamente os seus nomes.
Devido a pronúncia do nome VAUGHAN ser diferente da forma que é escrita, alguns descendentes passaram a adotar a denominação de “Von”, mas tão somente para facilitar o entendimento da leitura, sem alterar a forma de registro.

We clarified that in terms of errors committed during the notary records in Santarém, in the records of births, several families of confederates (Wallace, Hennington, Rhome, Pitts, Riker, Vaughan, Jennings, etc ...) had their names entered in wrong. The family VAUGHAN, for example, took a few different ways to book: Vaughon, Waughan and Wanghon. Recentemente VAUGHAN some descendants of the family and other families with the help of lawyers and following the tree, made the necessary corrections in notary places and began to write their names correctly. Due to the pronunciation of the name VAUGHAN be different from the way it is written, some descendants moved to adopt the name of "Von", but only to facilitate the understanding of reading, without changing the way of record.