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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Poesia de Quinta

Ola,
Frequentemente, as pessoas têm me perguntado se eu vi o "passarinho verde"... rsrsrs Acho que é porque ando muito feliz ultimamente. Este negócio de ser mãe tem me deixado assim.
E hoje é um dia particularmente especial para mim: meu querido amigo e poeta Pádua irá se tornar um imortal da Academia Maranhense de Medicina às 19:30 h, no CRM/MA e meu outro amigo e poeta Marcello Chalvinski promoverá um curioso sarau poético entitulado: " Chalvinski Bar: prosa etílica e poesia alucinógena", no Bar Odeon, no Reviver (Rua da Palma) às 23:30 h. Haja fôlego para hoje...
E escolhi um poema do Marcello para abrilhantar a poesia de quinta de hoje. O meu pássaro é verde, o dele é azul...
Vejam mais no blog dele.
Espero que se embriaguem de poesia.
Beijos

Deíla

Há um pássaro azul no meu coração
Marcello Chalvinski

há um pássaro azul no meu coração
que quer sair
mas eu sou muito duro com ele,
e digo, fique aí dentro,
não vou deixar ninguém te ver.
- há um pássaro azul no meu coração
que quer sair
mas eu despejo whisky em cima dele
e o sufoco com o fumo dos meus cigarros
& as putas & os empregados de bar
& os funcionários da mercearia
nunca saberão
que ele se encontra
lá dentro.
- há um pássaro azul no meu coração
que quer sair
mas eu sou muito duro com ele,
e digo, fique escondido,
quer me arruinar?
quer foder o
meu trabalho?
quer arruinar
as minhas vendas de livros?


há um pássaro azul no meu coração
que quer sair
mas eu sou muito esperto,
& só o deixo sair às vezes, à noite
quando todos estão dormindo.

Eu lhe digo: sei que estás aí,
não fique triste.
E depois de algum tempo,
eu o coloco de volta,
Ele canta um pouco lá dentro,
Eu não o deixarei morrer de todo
e dormiremos juntos
assim
com o nosso pacto secreto
que é bom o suficiente
para fazer um homem chorar,
mas eu não choro,
e tu?

PS: A leitura excessiva destes textos pode ocasionar dependência cultural.

Um comentário:

Marcello Chalvinski disse...

O poema na verdade é de Charles Bukowski. Eu apenas o retraduzi transcriando um pouco

Bandeira da ASDECON

Bandeira da ASDECON
ASSOCIAÇÃO DOS DESCENDENTES DE CONFEDERADOS AMERICANOS NA AMAZÔNIA

Brasão da família Vaughan

Brasão da família Vaughan

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ESCLARECIMENTO / EXPLICATION

Esclarecemos que em função de erros cometidos por ocasião das escriturações nos cartórios de Santarém, durante os registros de nascimentos, diversas famílias de origem confederada (Wallace, Hennington, Rhome, Pitts, Riker, Vaughan, Jennings, etc...) tiveram seus nomes escriturados de forma errada.
A família VAUGHAN, por exemplo, assumiu algumas formas diferentes de escrituração: Vaughon, Waughan e Wanghon.
Recentemente alguns descendentes da família VAUGHAN e de outras famílias, com o auxílio de advogados e seguindo as árvores genealógicas, efetuaram as correções devidas nos cartórios locais e passaram a escrever corretamente os seus nomes.
Devido a pronúncia do nome VAUGHAN ser diferente da forma que é escrita, alguns descendentes passaram a adotar a denominação de “Von”, mas tão somente para facilitar o entendimento da leitura, sem alterar a forma de registro.

We clarified that in terms of errors committed during the notary records in Santarém, in the records of births, several families of confederates (Wallace, Hennington, Rhome, Pitts, Riker, Vaughan, Jennings, etc ...) had their names entered in wrong. The family VAUGHAN, for example, took a few different ways to book: Vaughon, Waughan and Wanghon. Recentemente VAUGHAN some descendants of the family and other families with the help of lawyers and following the tree, made the necessary corrections in notary places and began to write their names correctly. Due to the pronunciation of the name VAUGHAN be different from the way it is written, some descendants moved to adopt the name of "Von", but only to facilitate the understanding of reading, without changing the way of record.