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quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Colégio Dom Amando completa 65 anos


O Colégio Dom Amando foi fundado pelo bispo Dom Anselmo Pietrulla, no dia 14 de março de 1943, na cidade de Santarém, na Amazônia.

Os primeiros anos da escola foram dirigidos pelos padres franciscanos alemães instalados em Santarém. A partir de 1953 religiosos norte-americanos da Congregação da Santa Cruz passaram a administrá-lo.

Com o auge do ciclo da borracha, o governo americano pretendeu investir na construção de um hospital em Santarém. O projeto seria realizado no Hospital São José. O bispo, no entanto, viu um outro horizonte para aquele prédio e não cedeu. Os americanos, então, investiram na construção do antigo Hospital do Sesp, hoje o Hospital Municipal de Santarém.
Foi assim que, em 14 de março de 1943 o hospital transformou-se em Ginásio Dom Amando, com o aval do Ministério da Educação e Saúde – como se chamava na época – funcionando com o curso ginasial. Primeiramente, foram abertas as portas apenas para meninos, em regime de orfanato, sob a direção dos frades franciscanos.
A partir de 1951 o colégio passou a ter a direção da congregação dos Irmãos de Santa Cruz, com religiosos norte-americanos, que já desenvolviam um trabalho educacional. Esses religiosos imprimiram a experiência de educação pautada na filosofia de um de seus fundadores, Pe. Basílio Moreau, que apresentou como pilar: “a educação e a instrução lado a lado: mente não será desenvolvida em detrimento do coração”.
E em 1961 iniciou o funcionamento com o colegial, hoje o ensino médio. E em 1967 o colégio abriu as portas também para as meninas.

Administração dos frades franciscanos: 1943-1952
Administração dos Irmãos da Santa Cruz: 1953-2008

COLÉGIO DOM AMANDO - GALÉRIA DE FOTOS
(Fotos gentilmente cedidas pela direção do colégio)
Os Primórdios O Sessentão

Fonte:

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Bandeira da ASDECON

Bandeira da ASDECON
ASSOCIAÇÃO DOS DESCENDENTES DE CONFEDERADOS AMERICANOS NA AMAZÔNIA

Brasão da família Vaughan

Brasão da família Vaughan

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ESCLARECIMENTO / EXPLICATION

Esclarecemos que em função de erros cometidos por ocasião das escriturações nos cartórios de Santarém, durante os registros de nascimentos, diversas famílias de origem confederada (Wallace, Hennington, Rhome, Pitts, Riker, Vaughan, Jennings, etc...) tiveram seus nomes escriturados de forma errada.
A família VAUGHAN, por exemplo, assumiu algumas formas diferentes de escrituração: Vaughon, Waughan e Wanghon.
Recentemente alguns descendentes da família VAUGHAN e de outras famílias, com o auxílio de advogados e seguindo as árvores genealógicas, efetuaram as correções devidas nos cartórios locais e passaram a escrever corretamente os seus nomes.
Devido a pronúncia do nome VAUGHAN ser diferente da forma que é escrita, alguns descendentes passaram a adotar a denominação de “Von”, mas tão somente para facilitar o entendimento da leitura, sem alterar a forma de registro.

We clarified that in terms of errors committed during the notary records in Santarém, in the records of births, several families of confederates (Wallace, Hennington, Rhome, Pitts, Riker, Vaughan, Jennings, etc ...) had their names entered in wrong. The family VAUGHAN, for example, took a few different ways to book: Vaughon, Waughan and Wanghon. Recentemente VAUGHAN some descendants of the family and other families with the help of lawyers and following the tree, made the necessary corrections in notary places and began to write their names correctly. Due to the pronunciation of the name VAUGHAN be different from the way it is written, some descendants moved to adopt the name of "Von", but only to facilitate the understanding of reading, without changing the way of record.