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sexta-feira, 3 de julho de 2009

Um pouco da história de Irene Wanghon Monteiro

  Irene com 10 meses de nascida  









 
Lourenço Vaughan (Pai de Irene)



Dos filhos do casal James Vaughan e Elizabeth Wilson Britt Vaughan, o que mais deixou descendentes foi Benjamin Vaughan, que casou-se com Ana Maria Serrão Nobre e tiveram 8 filhos. Lourenço Vaughan era o filho mais velho do casal (1882/1946) e o que deixou a maior prole. Casou-se bem jovem com a senhora Januária com quem teve 12 filhos.
 
Além de seus filhos de matrimônio, Lourenço Vaughan teve outros 9 filhos com a senhora Marcília Maciel. Lourenço deixou mais um filho, Lauro Braga, com a senhora Augusta Braga.

Januária sentada com Renato no colo, Orminda e Odete em pé e Irene sentada


Árvore Genealógica de Lourenço & Januária
Raimundo (Dico) (falecido), Rubim (falecido), Ramiro (falecido), Ranolfo (falecido), Renato (falecido), Otávia (falecido), Orminda (falecido), Odeth (falecido), Olinda (falecido), Ormezinda (falecido), Irene (mora em Santarém).

Árvore Genealógica de Lourenço & Marcília Cândido
Lourenço, Tereza, Helena, Elizabeth, Ezilda, Antônio (falecido), Faustino (falecido), Rafael (falecido)


Árvore Genealógica de Lourenço & Augusta 
Lauro Braga 

Irene Wanghon Monteiro (Dados biográficos) 

Irene na sua 1ª comunhão


Irene Wanghon Monteiro é uma pessoa bastante estimada e respeitada por seus famíliares e conhecidos. Pessoa humilde e decidida, mulher de grandes virtudes, generosa e imenso coração que há muito faz parte de nossas vidas. Guardiã e protetora de nossas famílias, muitas vezes agindo como anjo da guarda, impar e rara em nossos tempos.
"Mamãe", como falam seus filhos, "Vó", como dizem seus netos e bisnetos ou simplismente "Dona Irene", como chamam a maioria dos amigos e pessoas mais próximas, é uma mulher firme e carente ao mesmo tempo. Por tudo que ela conquistou e conseguiu realizar até hoje e se Barack Obama disse há pouco tempo atrás para o mundo que "Lula é o cara!", então tranquilamente podemos afirmar que "Dona Irene é a Mulher!".
Irene Wanghon Monteiro, filha de Lourenço e Januária Vaughan, nasceu na cidade de Santarém, no dia 1º de julho de 1929. Devido as grandes dificuldades da época e aos desmandos familiares, só teve oportunidade de estudar o primário na escola Isolda da Aldeia, em Santarém.


Gerardo Monteiro

Em 1946, contando com apenas 16 anos de idade, casou-se com Gerardo Monteiro, com quem teve 9 filhos: Ronaldo, Reinaldo (falecido), Reginaldo, Regina, Rosalba (falecida), Rosilda, Rosangela, Rosilene e Gerardo Monteiro Filho.






Irene com Ronaldo no colo

Em 1967, com apenas 37 anos de idade ficou viúva, tendo que enfrentar as mais variadas privações para poder criar seus 9 filhos ( o mais velho com 17 anos e o mais novo com 06 anos) e numa coragem arrojada, transferiu-se para Belém em 1968, com toda a turma, exclusivamente para poder dar melhor formação educacional e propiciar novas oportunidades de vida para seus filhos.

Durante sua permanência em Belém, apesar de todas as das dificuldades encontradas, conseguiu sustentar honestamente sua família. Passou muitas noites em claro, acordada fazendo crochê e serviços de artesanato para vender. Viajou muitas vezes de navio até Manaus para comprar artigos da zona franca e revender em Belém. Nunca permitiu que seus filhos trabalhassem fora de casa durante o período em que estudavam. 
Irene ajudou muita gente em Santarém e em Belém. Quando ainda morava em Santarém, foi por muitos anos voluntária e deu apoio aos moradores do asilo de leprosos próximo do hospital do SESP e de pessoas vindas da colônia.

Em Belém, recebeu em sua humilde casa alguns parentes e amigos vindos de Santarém e de outros lugares que na época precisaram contar com a ajuda de uma mão amiga na capital.

Irene sentada (acima) e Ronaldo, Reinaldo e Reginaldo sentados (abaixo)

A Dona Irene, como a maioria dos parentes, amigos e vizinhos conhecem, sempre pareceu uma mulher firme e decidida. Muitas vezes parecia durona em suas decisões pois tinha que fazer o papel de mãe e pai ao mesmo tempo mas no fundo, por trás daquela grande muralha, escondia-se um generoso, imenso e carente coração que também necessitava de atenção e carinho. 





Irene com Reinaldo, Regina, Reginaldo e Ronaldo

Pela sua grande dinâmica, objetividade e poder de congregar e unir diversos seguimentos da família, juntamente com alguns outros membros da família, ajudou a fundar em 1987 (?) a ASDECON (Associação de Descendente de Confederados Americanos) que até hoje, 22 anos após sua fundação, continua firme e forte desempenhando um importante papel para manter as raízes e tradições da familia Vaughan-Jennings.


Irene é uma mulher eclética em quase tudo que faz e mesmo com toda a sua ocupação e trajetória, ainda arranjou tempo para participar de encontros da melhor idade, passeios e viagens em grupo e conheceu diversos lugares do Brasil e até do exterior como Uruguai, Paraguai e EUA.

Hoje, acreditamos que se considere uma mulher e mãe realizada, pois todos os obstáculos foram suplantados e seus 9 filhos foram bem encaminhados na vida, dando assim continuidade ao “clã” Vaughan-Jennings. 
Colaboração: Natalice Vaughan e Gerardo Monteiro Filho

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Bandeira da ASDECON

Bandeira da ASDECON
ASSOCIAÇÃO DOS DESCENDENTES DE CONFEDERADOS AMERICANOS NA AMAZÔNIA

Brasão da família Vaughan

Brasão da família Vaughan

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ESCLARECIMENTO / EXPLICATION

Esclarecemos que em função de erros cometidos por ocasião das escriturações nos cartórios de Santarém, durante os registros de nascimentos, diversas famílias de origem confederada (Wallace, Hennington, Rhome, Pitts, Riker, Vaughan, Jennings, etc...) tiveram seus nomes escriturados de forma errada.
A família VAUGHAN, por exemplo, assumiu algumas formas diferentes de escrituração: Vaughon, Waughan e Wanghon.
Recentemente alguns descendentes da família VAUGHAN e de outras famílias, com o auxílio de advogados e seguindo as árvores genealógicas, efetuaram as correções devidas nos cartórios locais e passaram a escrever corretamente os seus nomes.
Devido a pronúncia do nome VAUGHAN ser diferente da forma que é escrita, alguns descendentes passaram a adotar a denominação de “Von”, mas tão somente para facilitar o entendimento da leitura, sem alterar a forma de registro.

We clarified that in terms of errors committed during the notary records in Santarém, in the records of births, several families of confederates (Wallace, Hennington, Rhome, Pitts, Riker, Vaughan, Jennings, etc ...) had their names entered in wrong. The family VAUGHAN, for example, took a few different ways to book: Vaughon, Waughan and Wanghon. Recentemente VAUGHAN some descendants of the family and other families with the help of lawyers and following the tree, made the necessary corrections in notary places and began to write their names correctly. Due to the pronunciation of the name VAUGHAN be different from the way it is written, some descendants moved to adopt the name of "Von", but only to facilitate the understanding of reading, without changing the way of record.